Greve no comércio a retalho (nas grandes superficíes) na Grécia, no domingo 5 de Abril

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Greve no Comércio a Retalho, Domingo 5 de Abril

Nós exigimos acção legislativa do governo Para estabelecer o domingo como folga para todos os trabalhadores

A abertura de lojas aos domingos foi e é uma exigência dos grandes capitalistas, shoppings/grandes superfícies e das multinacionais do sector do comércio a retalho. Hoje, o chamado governo “anti-memorando”, governo do Syriza mantém se com a lei do antigo governo (ND-PASOK) e continua a abrir as lojas em sete domingos aos ano. Ele não que legislar o domingo como um feriado obrigatório para todas as lojas durante todo o ano porque está alinhado com os grandes grupos de monopólios no sector do comércio a retalho (…)

Nós apelamos:

  • A todos os sindicatos por área ou por empresa, de toda a Grécia a anunciar a participação na greve de 5 de Abril. A organizar visitas, campanhas, discussões com os trabalhadores em cada local de trabalho. Porque não há “salvadores”. Os trabalhadores têm de tomar pelas suas próprias mãos a solução dos seus problemas e impor ao governo que legisle para que o Domingo seja folga para todos os trabalhadores.

  • Os auto-empregados devem juntar-se a nós nesta luta contra um inimigo comum: os monopólios e as multinacionais. Porque eles roubam a riqueza que nós produzimos.

  • Aos trabalhadores que adiram aos sindicatos de forma a fortalecer a organização em todos os locais de trabalho, para unir mais forças e exigir

  • A abolição da lei que permite a abertura das lojas 8 domingos por ano.

  • Domingo tem de ser folga obrigatória todo o ano, para todas as lojas, imposta pela lei e pelo governo.

  • Para todos os trabalhadores do comércio a retalho exigimos o estabelecimento do hora´rio de trabalho das 8 horas por dia, 5 dias por semana, a semana de 40 horas, num posto de trabalho permanente e estável.

  • A abolição dos part-times, pagamento à hora, contrato a termo fixo e de todas as formas de trabalho “flexível” e a conversão de todos os contratos em permanentes de 8 horas por dia.

  • A assinatura de um acordo sectorial com o salário mínimo básico de 920 euros.

Os sindicatos de

Trabalhadores do comércio a retalho de Atenas, Pireus e Tsalónica

Empregados do sector privado de Atenas, Pireus e Tsalónica

Trabalhadores do LIDL de Ática, Trabalhadores da PRAKTIKER, Trabalhadores da ARVANITIDIS

Fonte: Frente Militante de Todos os Trabalhadores (PAME)

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