Intervenção de Marco Rizzo no Congresso da FGC: não queremos alianças com apoiantes da UE e da NATO

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“Na sua intervenção o camarada Marco Rizzo reivindicou a importância do processo de reconstrução no campo teórico, do movimento comunista em Itália e em níveis internacional. ” a elaboração teórica que colocamos em campo deu as bases para definir correctamente a reconstrução comunista na Itália. Começamos a dar aquelas respostas que quem como eu tem quase sessenta anos nunca recebeu pelo comunismo italiano. A nossa geração está aqui para reconhecer com espírito de crítica e autocrítica, os erros do processo da refundação comunista, para entregar você uma completa ruptura com as teorias e práticas oportunistas.” Rizzo por último, lembrou a importância da juventude no processo de reconstrução Comunista e como a unidade de acção do PC e FGC onde já aplicada nesses meses deu resultados importantes.”

“Nós comunistas – conclui a nota – não estamos interessados em nenhuma forma de aliança com quem apoia a UE, a permanência da Itália na Nato, que são as premissas das políticas antipopulares.”

Nel suo intervento il compagno Marco Rizzo ha rivendicato l’importanza del processo di ricostruzione sul campo teorico, del movimento comunista in Italia e a livelli internazionale. “L’elaborazione teorica che abbiamo messo in campo ha dato le basi per impostare correttamente la ricostruzione comunista in Italia. Abbiamo iniziato a dare quelle risposte che chi come me ha quasi sessant’anni non ha mai ricevuto dal comunismo italiano. La nostra generazione è qui per riconoscere con spirito di critica e autocritica, gli errori del processo della rifondazione comunista, per consegnare voi una completa rottura con le teorie e le pratiche opportuniste.” Rizzo ha infine ricordato l’importanza della gioventù nel processo di ricostruzione comunista e come l’unità d’azione di PC e FGC dove già applicata in questi mesi abbia dato risultati importanti.

Noi comunisti – conclude la nota – non siamo interessati a nessuna forma di alleanza con chi sostiene la UE, la permanenza dell’Italia nella Nato, che sono le premesse delle politiche antipopolari.

Fontes: La Riscossa, Partito Comunista (de Itália)

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