PC de Itália: Unidade Comunista: os pontos da discussão

Do documento do PC de Itália “UNITA’ COMUNISTA. I PUNTI DELLA DISCUSSIONE.”

«L’unità è un obiettivo da perseguire e per il quale vogliamo contribuire con alcuni punti che, nell’ottica di unità e ricostruzione diventano irrinunciabili. In particolare:

1)    l’autonomia politica dei comunisti e la totale indipendenza dai partiti che accettano come orizzonte il sistema capitalistico. La costruzione del partito comunista non può essere ridotta ad un’opinione più radicale interna al sistema politico borghese, di sue coalizioni o raggruppamenti di sinistra. Costruire il partito comunista significa realizzare lo strumento che scardina quel sistema. In pratica rifiutare ogni forma di alleanza elettorale con il Partito Democratico, ed uscire da qualsiasi visione antistorica di “unità delle forze democratiche costituzionali”. Un rifiuto netto, indipendentemente da chi guida il PD, e espresso tanto a livello nazionale, quanto a livello regionale e locale. Rifiutare l’alleanze con il PD a livello nazionale ma poi praticarla a livello locale si chiama opportunismo. Questo vale anche per forze cosiddette di sinistra (da D’Alema, a Pisapia, passando per Vendola) che ora possono anche distinguersi tatticamente dal PD ma che in prospettiva vogliono crescere per poi allearsi nuovamente con il PD);»

Em português:

A unidade é um objectivo a alcançar e pelo qual queremos contribuir com alguns pontos, dentro do ponto de vista que a unidade e a reconstrução tornaram-se irrenunciáveis. Em particular:

1) A autonomia política dos comunistas e a sua total independência dos partidos que aceitam como horizonte o sistema capitalista. A construção do partido comunista não pode ser reduzida a uma opinião mais radical dentro do sistema político burguês, dentro das suas coligações ou reagrupamentos de esquerda. Na prática recusar toda e qualquer forma de aliança eleitoral com o Partido Democrático e romper com qualquer que seja a visão anti-histórica de “unidade das forças democráticas constitucionais”. Uma recusa intransigente (taxativa), independentemente de quem conduz o PD e expressa tanto a nível nacional, como regional e local. Recusar alianças com o PD a nível local mas depois praticá-las a nível local chama-se oportunismo. Isto vale inclusive para as forças da chamada esquerda (de D’Alema a Pisapia passando por Vendola) que agora podem distinguir-se taticamente do PD mas que o que têm em vista é crescer para depois poder aliar-se novamente com o PD.

Fonte: Partito Comunista (de Itália)

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