Category Archives: Iniciativa de Partidos Comunistas e Operários da Europa

The communists and the situation of the working class and the regroupment of the workers movement

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As 21 condições de admissão dos Partidos na Internacional Comunista (1920)

O II Congresso Mundial estabelece as seguintes condições de admissão na Internacional Comunista:

1.

A propaganda e a agitação cotidianas devem ter um caráter efetivamente comunista e corresponder ao programa e às resoluções da III Internacional. Os órgãos de imprensa controlados pelo Partido devem ter a redação a cargo de comunistas fiéis, provadamente devotados à causa proletária. A ditadura do proletariado não deve ser abordada como um simples chavão de uso corrente, mas preconizada de modo que todo operário, operária, soldado e camponês comum deduza sua necessidade dos fatos da vida real, mencionados diariamente em nossa imprensa.

As editoras partidárias e a imprensa, periódica ou não, devem estar inteiramente submetidas ao Comitê Central do Partido, seja este atualmente legal ou não. É inadmissível que as editoras abusem de sua autonomia e sigam uma política que não corresponda à do Partido.

Nas páginas dos jornais, nos comícios populares, nos sindicatos, nas cooperativas e onde quer que os partidários da III Internacional encontrem livre acesso, é indispensável atacar de modo sistemático e implacável não somente a burguesia, mas também seus cúmplices, os reformistas de todos os matizes.

2.

As organizações que desejam filiar-se à Internacional Comunista devem afastar de modo planejado e sistemático os reformistas e os “centristas” dos postos minimamente importantes no movimento operário (organizações partidárias, redações, sindicatos, bancadas parlamentares, cooperativas, municipalidades etc.) e substituí-los por comunistas fiéis, sem abalar-se com o fato de às vezes ser necessário, de início, trocar militantes “experientes” por operários comuns.

3.

Em quase todos os países da Europa e da América, a luta de classes está entrando na fase da guerra civil. Em tais condições, os comunistas não podem confiar na legalidade burguesa e devem formar em toda parte um aparelho clandestino paralelo que possa, no momento decisivo, ajudar o Partido a cumprir seu dever perante a revolução. Nos países onde os comunistas, por conta do estado de sítio ou das leis de exceção, não podem atuar em total legalidade, é absolutamente indispensável combinar o trabalho legal e o clandestino.

4.

O dever de propagar as ideias comunistas inclui a necessidade especial da propaganda persistente e sistemática nos exércitos. Nos lugares onde as leis de exceção proíbem essa agitação, ela deve ser realizada clandestinamente. Renunciar a essa tarefa equivale a trair o dever revolucionário e desmerecer a filiação à III Internacional.

5.

É indispensável a agitação sistemática e planejada no campo. A classe operária não pode garantir sua vitória sem atrair ao menos uma parcela dos assalariados agrícolas e dos camponeses mais pobres e neutralizar com sua política uma parte dos setores rurais restantes. O trabalho comunista no campo está adquirindo atualmente a mais suma importância. Para realizá-lo, é especialmente indispensável o auxílio dos trabalhadores comunistas revolucionários da cidade e do campo ligados ao campesinato. Renunciar a essa tarefa ou delegá-la a semirreformistas duvidosos equivale a renunciar à própria revolução proletária.

6.

Os Partidos que desejam filiar-se à III Internacional devem denunciar não somente o social-patriotismo aberto como também a falsidade e a hipocrisia do social-pacifismo, demonstrando sistematicamente aos trabalhadores que, sem a derrubada revolucionária do capitalismo, nenhuma corte internacional de arbitragem, nenhum tratado de redução de armamentos e nenhuma reorganização “democrática” da Liga das Nações livrará a humanidade de novas guerras imperialistas.

7.

Os Partidos que desejam filiar-se à Internacional Comunista devem reconhecer a necessidade da ruptura completa e definitiva com o reformismo e o “centrismo” e preconizá-la entre o grosso da militância. Sem isso, torna-se impossível realizar uma política comunista consequente.

A Internacional Comunista exige de modo incondicional e categórico que se realize essa ruptura o mais rápido possível. Não se pode admitir que oportunistas notórios como, por exemplo, Turati, Kautsky, Hilferding, Hillquit, Longuet, MacDonald, Modigliani e outros tenham o direito de considerar-se membros da III Internacional, o que a levaria a equiparar-se fortemente à falida II Internacional.

8.

Na questão colonial e das nações oprimidas, é indispensável que tenham uma linha particularmente clara e precisa os Partidos dos países cuja burguesia possui colônias e oprime outros povos. Os Partidos que desejam filiar-se à III Internacional devem denunciar implacavelmente as artimanhas de “seus” imperialistas nas colônias; apoiar os movimentos de libertação nas colônias não somente em palavras, mas também em atos; exigir a expulsão de seus compatriotas imperialistas das colônias; cultivar no coração dos operários de seus países um sentimento fraternal sincero para com a população trabalhadora das colônias e das nações oprimidas; e realizar entre as tropas da metrópole uma agitação sistemática contra todo tipo de opressão dos povos coloniais.

9.

Os Partidos que desejam filiar-se à Internacional Comunista devem realizar uma atividade sistemática e persistente nos sindicatos, nos conselhos operários e industriais, nas cooperativas e em outras organizações de massas, onde é indispensável criar células que, após longo e persistente trabalho, ganhem-nas para a causa comunista. Inteiramente subordinadas ao conjunto do Partido, essas células devem, a cada passo de seu trabalho cotidiano, denunciar as traições dos sociais-patriotas e as hesitações dos “centristas”.

10.

Os Partidos filiados à Internacional Comunista devem insistentemente lutar contra a “Internacional” Sindical Amarela de Amsterdã e preconizar entre os operários sindicalizados a necessidade de romper com ela. Esses Partidos devem apoiar, por todos os meios, a nascente unificação internacional dos sindicatos vermelhos que apoiam a Internacional Comunista.

11.

Os Partidos que desejam filiar-se à III Internacional devem rever a composição de suas bancadas parlamentares, removendo os elementos desconfiáveis, submetendo-as ao Comitê Central do Partido não somente em palavras, mas também na prática, e exigindo que cada parlamentar comunista sujeite sua atuação aos interesses da propaganda e da agitação realmente revolucionárias.

12.

Os partidos filiados à Internacional Comunista devem ser organizados segundo o princípio do “centralismo” democrático. No atual período de guerra civil encarniçada, um Partido Comunista só poderá cumprir seu dever se for organizado da maneira mais centralizada possível, se nele predominar uma disciplina férrea que beire a militar e se seu órgão central gozar de forte autoridade, de amplos poderes e da confiança unânime da militância.

13.

Os Partidos Comunistas que atuam legalmente devem realizar depurações periódicas (recadastramentos) entre os efetivos de suas organizações para remover sistematicamente os inevitáveis elementos pequeno-burgueses.

14.

Os Partidos que desejam filiar-se à Internacional Comunista devem apoiar incondicionalmente cada República Soviética em seu combate às forças contrarrevolucionárias. Os Partidos Comunistas devem buscar continuamente convencer os trabalhadores a não transportar material bélico aos inimigos dessas Repúblicas, a realizar uma propaganda legal ou clandestina entre as tropas enviadas para sufocar as repúblicas operárias etc.

15.

Os Partidos que ainda mantêm seus velhos programas social-democratas devem revisá-los o mais rápido possível e elaborar um novo, afinado com as resoluções da Internacional Comunista e adaptado às particularidades nacionais. Como regra, os programas dos Partidos filiados devem ser aprovados pelo Congresso Mundial seguinte ou pelo Comitê Executivo da Internacional Comunista. Caso este não aprove determinado programa, o Partido tem o direito de recorrer ao Congresso Mundial.

16.

Todas as resoluções dos congressos da Internacional Comunista, bem como as de seu Comitê Executivo, são obrigatórias para os Partidos a ela filiados. Atuando em meio à mais encarniçada guerra civil, a Internacional Comunista deve ser organizada de forma muito mais centralizada do que a II Internacional. Além disso, o trabalho da Internacional Comunista e de seu Comitê Executivo deve evidentemente levar em conta as mais diversas condições de luta e de atuação dos diferentes Partidos e só tomar decisões de obrigação geral nas questões em que isso seja realmente possível.

17.

Conforme tudo o que foi exposto acima, os Partidos que desejam filiar-se à Internacional Comunista devem mudar seu nome para Partido Comunista de… (Seção da III Internacional Comunista). A questão do nome não é meramente formal, mas possui grande importância. A Internacional Comunista declarou uma guerra decidida contra o mundo burguês e os partidos social-democratas amarelos. É indispensável deixar completamente clara a todo trabalhador comum a diferença entre os Partidos Comunistas e os velhos partidos “social-democratas” ou “socialistas” oficiais que traíram a bandeira da classe operária.

18.

Os órgãos dirigentes da imprensa partidária de todos os países devem publicar os documentos oficiais importantes do Comitê Executivo da Internacional Comunista.

19.

Os Partidos filiados à Internacional Comunista ou que solicitaram sua filiação devem convocar o mais rápido possível, mas até quatro meses após o II Congresso Mundial, um congresso extraordinário para discutir internamente estas condições. Além disso, os Comitês Centrais devem cuidar para que as organizações de base conheçam as resoluções do II Congresso da Internacional Comunista.

20.

Os Partidos que gostariam de filiar-se agora à III Internacional, mas ainda não mudaram radicalmente sua antiga tática, devem cuidar para que, até sua filiação, não menos de 2/3 de seu Comitê Central e de seus principais órgãos centrais sejam compostos por camaradas que, antes do II Congresso da Internacional Comunista, já tenham se manifestado de forma aberta e inequívoca a favor do ingresso de seu Partido. O Comitê Executivo da III Internacional tem o direito de admitir exceções, inclusive no caso dos representantes “centristas” mencionados no § 7.

21.

Devem ser expulsos do Partido os membros que rejeitarem por princípio as condições e teses apresentadas pela Internacional Comunista.

O mesmo vale para os delegados do congresso extraordinário de cada Partido.

Fontes: A Chispa, Cimlformacaomarxistacombateclassista.

La desigualdad de las mujeres en la Unión Europea y en el resto del mundo capitalista. La lucha de los comunistas

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Los días 10 y 11 de noviembre de 2016, en Atenas, tendrá lugar un seminario sobre el tema: “La desigualdad de las mujeres en la Unión Europea y en el resto del mundo capitalista. La lucha de los comunistas”, que será acogida por el grupo europarlamentario del KKE.
Este seminario pretende abrir una discusión entre los partidos comunistas sobre la necesidad y el contenido del trabajo especializado en las mujeres, ya que a pesar de la participación significativa de las mujeres en el trabajo asalariado esta no corresponde con su participación en el movimiento obrero sindical, y más aún en el movimiento comunista.
La discusión abarcará la intervención ideológica y política de los partidos comunistas sobre la cuestión de la mujer en las condiciones actuales de agudización de la ofensiva de los gobiernos burgueses, de la Unión Europea y de otras uniones imperialistas interestatales, de la clase burguesa en cada país. Además, cómo contribuye la especialización del trabajo entre las mujeres a la construcción de organizaciones partidistas en la clase obrera, en el fortalecimiento de los lazos militantes con esta, con las capas populares y con los jóvenes, y cómo se expresa en el reclutamiento. Habrá un intercambio de puntos de vista para la intervención en el movimiento radical de mujeres, es decir en el movimiento de mujeres con orientación antimonopolista-anticapitalista, así como en el movimiento obrero sindical.

El seminario será inaugurado por el diputado europarlamentario del KKE, Sotiris Zarianopoulos.

El discurso introductorio será pronunciado por Eleni Mpellou, miembro del Buró Político del CC del KKE.

En el seminario han declarado su participación 20 partidos comunistas y obreros:

1. Partido Comunista de Venezuela
2. Unión de los Comunistas en Bulgaria
3. Partido de los Comunistas Búlgaros
4. Partido Comunista Brasileño
5 ΚΚΕ
6. Partido Comunista de la India
7. Partido Comunista de la India (M)
8. Partido de los Trabajadores de Irlanda
9. Partido Comunista de los Pueblos de España
10. Partido Comunista, Italia
11. Movimiento Socialista Kazajstán
12. Partido Obrero Socialista de Croacia
13. Partido Socialista de Letonia
14. Partido Comunista de México
15. Partido Comunista Sudafricano
16. Partido de los Trabajadores Húngaros
17. Partido Comunista Obrero de Rusia
18. Nuevo Partido Comunista de Yugoslavia
19. Partido Comunista de Suecia
20. Partido Comunista, Turquía

A continuación las Tesis del KKE sobre el tema: “El papel del Partido Comunista en la lucha por la igualdad y las necesidades contemporáneas de las mujeres”.

El papel del KKE en la lucha por la igualdad de las mujeres y por sus necesidades actuales
En la lucha por la igualdad de las mujeres y por sus necesidades actuales, en la lucha irreconciliable de clases, se destacaron mujeres comunistas, dirigentes del movimiento obrero revolucionario internacional. Su fuerza derivaba de la comprensión y convicción profunda en la causa de su lucha, por la abolición de la explotación del hombre por el hombre.
Su ejemplo destaca la necesidad de preparar una vanguardia de mujeres comunistas utilizando el ejemplo práctico de mujeres comunistas en la actividad social, política, en los centros de trabajo, en las universidades, en la familia. Refleja la necesidad de que el Partido Comunista y la Juventud Comunista actúen como vanguardia diariamente en la lucha por las necesidades actuales de las mujeres –tanto de las jóvenes como de la tercera edad- para su igualdad y liberación social, para la mejor participación de las mujeres en la lucha de clases y su elección en los órganos del movimiento obrero y popular, en las organizaciones de masas.
Esto significa que cada partido comunista tiene tareas correspondientes en cuanto a la integración consistente de la cuestión de la mujer en la actividad ideológica, política, de masas y organizativa del Partido. Esta intervención ideológica y política especializada del partido entre las secciones de las mujeres con criterios de clase debe basarse en el trabajo interno en los órganos del Partido y de la Juventud Comunista, en las organizaciones del Partido para la comprensión de las posiciones políticas del Partido en combinación con su percepción sobre la cuestión de la mujer. Más en concreto, les debe preocupar el esfuerzo de formar mujeres dirigentes de la clase obrera, el trabajo para la formación de las mujeres jóvenes del Partido. Así estarán mejor preparadas para que cuando formen sus familias, se enfrentarán a los nuevos problemas y participarán en el movimiento y en el Partido desde un punto de vista de clase.
Para que nuestro trabajo tenga resultados más visibles los órganos del partido deben asumir la responsabilidad colectiva con un plan a largo plazo, con control creativo y persistente, y al mismo tiempo encargar a mujeres y hombres camaradas para contribuir con entusiasmo a este trabajo.
Un aspecto de la formación ideológica y política de los miembros del Partido y de la KNE, del círculo de influencia del Partido, son los artículos de la Revista Comunista y de Rizospastis, de Odigitís y la actividad editorial. Esta incluye obras teóricas como El origen de la familia, la propiedad privada y el Estado de Fr. Engels, colección de textos sobre la cuestión de la mujer escritos por Marx-Engels-Lenin y recientemente el libro de Al.Kollontai La mujer en el desarrollo social (1925). Estas obras teóricas son vigentes y necesarias porque arrojan luz a la esencia de clase y a la base histórica de la posición social de la mujer que tiene que ver básicamente con su posición en el trabajo social y, consecuentemente, con su posición en la familia –en base a las necesidades particulares que emanan de su papel en el proceso reproductivo-, y las relaciones entre los dos sexos.
Mantienen su importancia hoy tanto para las mujeres menos informadas que se han integrado o proceden de la clase obrera o de capas populares y para las mujeres jóvenes, como para las mujeres con conciencia de clase, activas, para las trabajadoras y empleadas sindicalizadas, para las estudiantes, para las mujeres científicas asalariadas o por cuenta propia, y sobre todo para las dirigentes y miembros del KKE y de la KNE.
Por supuesto, la doble opresión de la mujer, en base de clase y de género, hoy no se identifica con la de los principios del siglo pasado, como ha sido descrito en las obras de los teóricos y de otros representantes del movimiento obrero revolucionario. Esto tiene que ver tanto con los derechos burgueses más generales (p.ej. en la educación), como con los derechos particulares de las mujeres (p.ej. el derecho familiar, la extensión de los derechos electorales burgueses). Algunas posiciones o consignas que se utilizaban, se deben adaptar a las condiciones actuales. Por ejemplo, aunque el derecho al voto se ha concedido, para la mayoría de las mujeres –para las que pertenecen en la clase obrera y las demás capas populares- sigue siendo en gran medida un derecho formal o, mejor dicho, está sometido a la manipulación del poder capitalista. En otras palabras, una trabajadora, una empleada, una trabajadora autónoma, una campesina pueden utilizar el derecho de “presentarse a las elecciones” sólo bajo la protección de los partidos burgueses, mientras que la emancipación social completa de la mujer se alcanzará solamente con su incorporación –directamente o como aliada- en el movimiento obrero revolucionario, en el Partido Comunista.
La misma adaptación se requiere con respecto a la consigna que se utilizó en relación con la “liberación de las mujeres de las ollas”. Hoy día, debido al desarrollo de las fuerzas productivas, la “esclavitud del hogar privado” implica condiciones técnicas diferentes de que hace un siglo. En bastante gran parte del capitalismo mundial, la mujer ni se lava la ropa a mano, ni usa cocina de leña. Sin embargo estos fenómenos todavía existen, incluso en el capitalismo contemporáneo, particularmente en amplias zonas de Asia, África y América Latina. Al mismo tiempo, las mujeres refugiadas y sus hijos, incluso en países de Europa como Grecia, viven en condiciones miserables. Hay también un gran número de mujeres, y hombres, sin hogar, debido al desempleo y a la miseria. Sin embargo, lo que es un fenómeno general en el mundo capitalista es la inseguridad de la mujer trabajadora asalariada –así como de la trabajadora autónoma-, la falta de un horario de trabajo estable en una base diaria o semanal, la intensificación del trabajo, sin que la mujer haya sido esencialmente liberada del cuidado y de la responsabilidad privada no sólo para la reproducción de su propia fuerza sino además para la de sus hijos, y, a menudo, para la de su marido desempleado o para la supervivencia de sus padres que no tienen cobertura de la seguridad social etc.
Es posible que en las condiciones actuales de la lucha de clases, incluso en el marco de los órganos del movimiento obrero y popular organizado, se considere innecesario llevar a cabo un trabajo especializado entre las mujeres de posición socioeconómica o procedencia obrera-popular con el fin de aumentar su participación en la lucha anticapitalista-antimonopolista. El hecho de que hoy día se ha levantado en sentido formal-legal una serie de obstáculos anacrónicos respecto el derecho de las mujeres a la educación, el derecho familiar y hereditario, el influjo de la mujer como trabajadora asalariada en una serie de sectores y ramas de la economía, no anula su posición de desigualdad en el marco de la sociedad capitalista que se expresa a través de nuevas formas en las condiciones contemporáneas.
El desarrollo de las fuerzas productivas, principalmente su expresión capitalista, ha llevado a una independencia económica relativa de las mujeres (según los datos de la Unión Europea hoy día las mujeres representan en promedio el 63,5% de las mujeres capaces de trabajar en la UE). Sin embargo, esta independencia no podía ser de carácter de liberación económica y social esencial en condiciones de relaciones sociales de explotación. El capitalismo saca provecho de la perpetuación de la desigualdad, puesto que es una fuente de ganancia adicional, de aumento del nivel de explotación y de manipulación política. En el marco de la sociedad explotadora, la relación de las mujeres con la maternidad se utiliza de manera reaccionaria. El cuidado de los niños, de los ancianos, de las personas discapacitadas y del hogar sigue siendo un asunto familiar privado con una carga especial para las mujeres de las familias obreras y populares. La mujer no ha sido liberada de la coerción económica y social, y el hombre tampoco. Dicha liberación requiere la revolución social y política del proletariado para establecer el poder obrero revolucionario, para la construcción socialista.
Todo ello prepara el camino que objetivamente impide, retrasa el desarrollo de la conciencia política y de clase de las mujeres, y su participación organizada estable en la lucha. El tema crucial hoy es que se reducen las demandas, se crea una brecha entre las demandas reducidas y las necesidades cada vez mayores. La reducción de las demandas tiene que ver con la falta de experiencia política, con la falta de organización y la manipulación, la intimidación de las mujeres particularmente.
La comprensión de estas dificultades plantea la necesidad de elaborar un plan a largo plazo para la construcción de organizaciones de los partidos comunistas en la clase obrera, reclutando a mujeres de posición socioeconómica o procedencia obrera-popular. La contribución de la Sección del Comité Central del KKE con sus posiciones elaboradas respecto las trabajadoras asalariadas, las trabajadoras autónomas, las campesinas, las mujeres jóvenes, sobre cualquier asunto que preocupa a las mujeres populares, puede ser decisiva en cuanto al esfuerzo del partido de reclutar a mujeres, de desarrollar vínculos con la clase obrera y con el pueblo. Hay que tomar en cuenta a qué sección de mujeres nos dirigimos en términos de edad y de posición de clase social.
Por ejemplo, en Grecia, una serie de grupos monopólicos contratan personal con contratos temporales y a tiempo parcial. La mayoría de los trabajadores de este tipo de contratos son mujeres. El curso de la construcción de organizaciones del Partido, del reagrupamiento del movimiento sindical en ramas específicas (telecomunicaciones, restaurantes-turismo, alimentos-bebidas, sector financiero, de asistencia sanitaria privada etc.) y en general, depende en gran medida de la especialización de nuestra política en cuanto a las trabajadoras y las empleadas.

La lucha del KKE contra las teorías burguesas y pequeñoburguesas sobre la cuestión de la mujer

Un aspecto de la intervención política, ideológica y de masas del partido comunista es el seguimiento, el estudio y la organización de la lucha ideológica ante la especialización de la estrategia burguesa respecto las mujeres, lo que se refleja en las resoluciones de la UE, de la OTAN, de la OCDE, de gobiernos burgueses y otros mecanismos del estado burgués (administración local, educación, medios de comunicación etc.).
Este esfuerzo hoy es más exigente que antes, ya que el sistema de explotación llevó a cabo una modernización burguesa respecto la posición de la mujer, a través de las leyes que aprobó su personal político, los gobiernos burgueses, que camufla los problemas contemporáneos de las mujeres jóvenes y de la mayoría de las mujeres de los sectores populares.
Toda esta modernización burguesa trajo ciertos cambios para la trabajadora, la empleada, la trabajadora autónoma. Sin embargo, estos cambios se llevaron a cabo bajo la influencia de las conquistas de las mujeres en los países donde se construyó el socialismo, bajo la presión que ejercían las luchas del movimiento obrero y de mujeres. Al mismo tiempo, cubren además las necesidades de la sociedad capitalista.
A medida que se desarrollaba el capitalismo, necesitaba mujeres con estudios para incorporarlos en la producción capitalista.
Pero al mismo tiempo, al utilizar las dificultades actuales de las mujeres de combinar el trabajo y el cuidado de su hogar, la UE, los gobiernos, los empresarios capitalistas implementaron de manera masiva y sin la reacción popular requerida, las relaciones de trabajo flexibles, el trabajo a tiempo parcial. En base a sus datos, el 76% de los trabajadores con trabajo a tiempo parcial en los países de la zona euro son mujeres. Consecuentemente, las mujeres tienen salarios más bajos que los hombres, y pensiones más bajas.
¿Por qué? Por que en mayor medida, trabajan como trabajadoras no especializadas, porque trabajan a tiempo parcial, lo que significa que reciben un sueldo parcial, cobertura para la seguridad social parcial, en esencia una vida parcial. Además, se ven obligadas a dejar su trabajo para períodos más largos durante su vida laboral, teniendo la responsabilidad exclusiva para el cuidado de los niños y de los ancianos.
Hoy hablan de la necesidad de que los hombres participen más en el cuidado de los niños y el hogar con el fin de promover la flexibilidad laboral en los hombres también. En el Parlamento Europeo, en los comités respectivos se lleva a cabo una discusión sobre la “licencia por paternidad”.
Existe un interés particular por parte de organismos y alianzas imperialistas, como es la OTAN, el FMI y la UE, así como de los grupos monopólicos sobre la participación de las mujeres en los llamados “Centros de Toma de Decisiones”. Es decir que se aumente el porcentaje de las mujeres en los consejos de administración de empresas, en órganos del poder burgués, en los parlamentos nacionales. De esta manera, no sólo absuelven el sistema capitalista, sino que fomentan la oposición entre los dos sexos, esconden la contradicción básica entre el capital y el trabajo detrás de la polarización entre hombres y mujeres.
El criterio para la política y las posiciones no es el sexo, sino los intereses de clase que sirven.
De manera correspondiente, les preocupa la participación de las mujeres en la dirección de empresas. Presentan como un ejemplo que las empresas dirigidas por mujeres tienen un aumento de 6% en las ganancias anuales. Las ganancias significan la intensificación de la explotación de los trabajadores de la empresa, tanto de los hombres como de las mujeres.
Toda esta discusión es el cebo para la incorporación y manipulación sobre todo de las mujeres jóvenes con educación superior, de las que los burgueses tienen la tendencia de utilizar un pequeño porcentaje. La burguesía en cada país entiende que debe formar un grupo dirigente de mujeres de la gran burguesía que promoverá sus valores e ideas, la ideología burguesa entre las mujeres, ocultando los diferentes intereses de clase que tienen las mujeres (de la clase obrera y de las capas populares) de las esposas de sus explotadores.
Al mismo tiempo tratan de implementar un compromiso con la selva laboral actual. Por ejemplo, en un artículo de MANPOWER invoca la capacidad de las mujeres burguesas de tener un horario de trabajo más flexible que no requiere su presencia física y puede ser una función de administración.
Esto no es un problema para las mujeres de negocios sino para las mujeres jóvenes investigadoras, las mujeres científicas asalariadas, las trabajadoras especializadas, que están siendo privadas incluso de derechos fundamentales relacionados con la protección de la maternidad, los permisos y los beneficios.
Además, una investigadora que es madre dónde dejará a su niño para hacer una investigación sociológica, no sólo bibliográfica, para pasar tiempo en el laboratorio, cuando la infraestructura social como las guarderías proporciona servicios mínimos o carísimos. En este sentido, el fenómeno del “techo de cristal” todavía existe.
Pero existen muchas maneras para “ocultar” la raíz, la raíz clasista de todas las formas contemporáneas de desigualdad de la mujer que son extremamente peligrosas para la lucha de hombres y mujeres en el movimiento obrero y popular en base a sus intereses de clase comunes.
Por ejemplo, la opinión que la desigualdad de la mujer es producto y creación de la mentalidad de los hombres llega a la conclusión que las mujeres deben considerar como oponentes a sus maridos, a sus hermanos, a sus padres, a sus compañeros de trabajo y no el sistema que crea la desigualdad, la pobreza, el desempleo, la inseguridad para ellas y para sus familias.
Estas teorías y las prácticas políticas respectivas presentan como fuente de la posición desigual de la mujer, el carácter específico de sus funciones biológicas y las diferencias entre los dos sexos. La presentan como una cuestión de mentalidad, de comportamiento, consecuencia del poder patriarcal. Consideran que las opiniones e ideas dan lugar a los problemas sociales y que entre ellos está también la cuestión de la mujer. En realidad, las ideas se crean sobre la base de las relaciones materiales de la gente y las reflejan.
En fin, llegan a la opinión de que las discriminaciones de género serán confrontadas mediante iniciativas legislativas.
El KKE no subestima en absoluto el Estado, la educación, la Iglesia, los medios de comunicación, la política social que legitiman la desigualdad en el marco de la sociedad. El hecho de que las opiniones erróneas respecto la posición de las mujeres en el mundo capitalista contemporáneo se reproducen no sólo a través de la postura de los empleadores en los centros de trabajo sino además a través de la postura, el comportamiento de los hombres en los órganos del Estado burgués, a través de los medios de comunicación, la educación, a través de dogmas religiosos, no refuta el hecho de que la fuente de la desigualdad de las mujeres es la división de la sociedad en explotadores y explotados.
Por un lado, están siendo reproducidos puntos de vista anacrónicos y reaccionarios que sobreviven hasta hoy día, sobre todo en sociedades más atrasadas o en condiciones de crisis económica capitalista prolongada y de desempleo masivo. Según ellos la mujer debe estar atada al hogar privado, tener como papel principal la maternidad, lejos de la producción y la actividad social.
Al mismo tiempo, la propaganda burguesa en nuestros días, en el nombre de la supuesta “libertad”, reproduce teorías que incluso abarcan puntos de vista irracionales respecto la procreación y el parto.
Las teorías sobre el género social lo presentan como una construcción social, una construcción lingüística, como un papel que la sociedad asigna a sus miembros. Se trata de puntos de vista que en algunos casos hasta no reconocen las diferencias de género entre hombres y mujeres como un hecho objetivo, poniendo la realidad cabeza abajo. No aceptan que existe una base biológica para la atracción entre hombre y mujer, y para la realización del acto sexual; al contrario, defienden que la atracción es exclusivamente de carácter social.
Lo principal es que absolutizan la experiencia individual como fuente de conocimiento a expensas de la experiencia y el conocimiento social, la realidad social.
No piensan que la lengua refleja la realidad, sino que la lengua construye la realidad; dicen que las identidades se construyen a través del habla. Niegan la existencia de la realidad objetiva, que existe independientemente del conocimiento humano y se refleja por ejemplo en la experiencia y en el lenguaje.
Por ejemplo, la palabra es más que un mero símbolo. No es sólo un contrato para que nos entendamos. Tiene una base material y está ligada con relaciones objetivas y refleja su base histórica. Cuando nombramos algo lo hacemos porque algo ya existe y no para crearlo. Respectivamente, el significado expresa la relación objetiva del individuo con el mundo, a pesar de que se crea subjetivamente.
De este modo distorsionan la represión de clase y de género, y como consecuencia aplastan las necesidades sociales particulares de las mujeres que emanan de su papel en la reproducción. De esta manera ocultan el hecho que los problemas en la relación entre los dos sexos –problemas de comunicación y comportamiento- tienen sus raíces miles de años atrás, en la primera sociedad clasista.
Mientras predomina la propiedad capitalista privada, seguirán reproduciéndose el individualismo y el antagonismo, el modo de vida egoísta que además afectan a la clase obrera, a los sectores populares y arruinan las relaciones sociales, las relaciones entre los dos sexos, las relaciones personales. El ánimo de lucro capitalista opera como incentivo económico a través de la misma institución de la familia, reproduciendo las coerciones económicas, sociales y culturales. En la sociedad capitalista lo que se regula, incluso a través de la ley, son las relaciones económicas de los padres con los hijos.
La organización de la lucha contra estas teorías –y con la práctica política basada en estas- junto con las elaboraciones programáticas del partido comunista, utilizando la experiencia positiva y negativa de la lucha de clases, la construcción del socialismo en el siglo 20, pueden elevar nuestro esfuerzo a un nivel superior en la lucha ideológica, política y de masas, en la organización de mujeres en el movimiento obrero, de mujeres, en el movimiento popular en general. Como partido comunista debemos tomar medidas más decisivas para el crecimiento de su militancia con la incorporación de obreras, mujeres de las capas populares, sobre todo mujeres jóvenes, así como para su elección en los órganos del Partido.

La importancia de la actividad especializada del movimiento obrero y popular entre las mujeres, la experiencia del movimiento de mujeres independiente

El KKE, junto con la KNE, con unas actividades multiformes hasta el 2018, en el marco de las celebraciones de su 100 aniversario, intenta utilizar la experiencia histórica respecto cómo abrió el camino para la participación de las mujeres en la lucha sociopolítica de clases, en el movimiento sindical, en el movimiento radical de mujeres. Hay que destacar la gran experiencia de los esfuerzos de nuestro Partido en el trabajo con mujeres de la clase obrera en la elaboración de objetivos de demanda y lucha políticos y de masas para las obreras, las trabajadoras autónomas, las trabajadoras en sectores de la economía informal, como las llamadas criadas en el pasado, y luego las empleadas que trabajan en casa y las señoras de la limpieza.
Las comunistas y las aliadas con el KKE participan en organizaciones de mujeres cuya orientación y actividad se definen en base al carácter clasista de la cuestión de la mujer. Se trata de asociaciones y grupos de la Federación de Mujeres Griegas (OGE). En las asociaciones de mujeres participan mujeres de la clase obrera, de las capas populares, independientemente de sus preferencias políticas.
En la OGE participan trabajadoras, empleadas, desempleadas, trabajadoras autónomas, campesinas, madres jóvenes, estudiantes, pensionistas, inmigrantes. Además, algunas mujeres todavía se dedican solamente a las tareas del hogar. Algunas participaban ya en el movimiento, pero otras primero entraron en contacto con la actividad colectiva radical a través de las asociaciones y los grupos de mujeres de la OGE que están en su barrio.
Las mujeres comunistas que participan en el movimiento radical de mujeres están tratando de elaborar el contenido y las formas de actividad, las demandas de la lucha que pueden contribuir a atraer a más mujeres de posición socioeconómica o procedencia obrera-popular, a despertar su conciencia de clase. Estas elaboraciones ayudan a motivar los órganos del movimiento obrero-popular a desarrollar actividades especializadas similares para aumentar el nivel de organización de las mujeres.
Incluso, existe el peligro, para las mujeres con conciencia de clase, a abordar la cuestión de la mujer como plenamente integrado en el movimiento obrero sindical, ya que las mujeres y los hombres trabajan juntos en todas las ramas de la industria, en todas las ramas del trabajo social, en los sectores de la administración del Estado y participan conjuntamente o pueden participar en las organizaciones sindicales correspondientes. Existe el peligro que las estudiantes comunistas piensen de esta manera unilateral ya que ya no experimentan la segregación de género en la educación secundaria, como ocurría en el pasado, o las barreras de género en la educación superior.
Hoy día, por lo menos los sindicatos clasistas tienen en sus declaraciones la demanda “salario igual para trabajo igual”, es decir igualdad de hombres y mujeres en el régimen de la explotación clasista. Pero en la práctica, les resulta difícil examinar específicamente cómo “se viola” por los capitalistas y sus estados la “igualdad” en el nivel de explotación de hombres y mujeres o porqué en la práctica la fuerza de trabajo de la mujer como mercancía tiene un valor inferior que la fuerza de trabajo del hombre. Por ejemplo, mayor número de mujeres en los trabajos con salarios más bajos, restricciones debido al embarazo, mayor participación en trabajos con relaciones laborales flexibles etc.
Al mismo tiempo, gran parte de las juntas directivas de las federaciones sindicales que ejercen un sindicalismo patronal y gubernamental, en el nombre de la “igualdad” apoyó las medidas reaccionarias del gobierno y de los patronales a expensas de las mujeres asalariadas como por ejemplo la equiparación de la edad de jubilación de las mujeres y de los hombres, abolición de la prohibición de los turnos de noche para las mujeres o limitación en las exenciones respectivas etc.
Un problema general que importa también a los sindicatos, las federaciones, las Centrales Regionales de Trabajo con orientación de clase, que en Grecia se agrupan en el Frente Militante de Todos los Trabajadores (PAME), es la participación muy baja de las mujeres en las juntas directivas, incluso en sectores con gran presencia de mujeres trabajadoras. Incluso, el hecho de que no se ha llevado a cabo algún estudio serio respecto la participación de las mujeres en los órganos del movimiento sindical expresa la falta de conocimiento de las formas contemporáneas y de las dimensiones de la cuestión de la mujer.
Los esfuerzos realizados en los últimos años para la actividad conjunta de las asociaciones de mujeres con organizaciones obreras y populares con una línea de lucha antimonopolista, han ayudado al fortalecimiento de la orientación en cuanto al contenido y las formas de este trabajo especializado. Se trata de la organización conjunta de iniciativas militantes relativas a casos de despidos de mujeres embarazadas, de las condiciones de trabajo de las trabajadoras asalariadas, así como de asuntos que tienen que ver con el conjunto de la familia obrera popular: la maternidad, la atención sanitaria y las mayores necesidades de prevención para el organismo de las mujeres, educación, bienestar, deportes, cultura, la cuestión de los inmigrantes y refugiados, la violencia contra la mujer etc.
La cuestión más compleja es el trabajo paciente para fortalecer la iniciativa de las mujeres en el movimiento, para profundizar el acuerdo en la línea de acumulación de fuerzas en dirección antimonopolista-anticapitalista.

La Sección del Comité Central del KKE
para la igualdad y la emancipación de las mujeres

Fonte: KKE

Tese do Partido Comunista Operário Russo no 18º EIPCO

Theses of the report at the 18th International Meeting of Communist and Workers Parties held on the 28-30 of October 2016 in Hanoi, under the theme “Capitalist crisis and imperialist offensive – Strategy and tactics of the Communist and Workers’ Parties in struggle for peace, workers’ and peoples’ rights, socialism”, October 28-29, 2016.

Dear comrades in arms,

Let me greet all participants of the 18th IMCWP on behalf of Russian Communist Workers’ Party. Let me express our special greetings to the host of the meeting, to the glorious Communist Party of Vietnam.

 

  1. Our party originates from CPSU. It was found by those communists that overtly resisted Gorbachev and his course in CPSU. First of all we struggled against the movement towards market economy, i.e. towards Capitalism. At the XXVIII Congress of CPSU (1990) in the statement of minority we warned both the party and the people that “the transition to market as a universal system including the markets of capital and labour would mean inevitable sliding down to the growth of capitalist relations. A forced treatment of Socialism with Capitalism carried out contrary to objective processes would not bring increase of production and the improvement of the level of life, but is likely to cause their inevitable fall, to provoke a wide social protest, would lead to heavy suffering of the people…

 

The party cannot perform Perestroika that has led to serious deterioration of the people’s lives. As to regards Communist party – it is not going to survive this shock and there will be left nobody to defend the goals of the movement”.  

 

This took place under conditions when both Gorbachev and the majority of other representatives of the political elite paid lip service to the ideas of Communism , called themselves Marxists, camouflaged their line of actions by the references to restoration of Lenin’s rules of party life, constructed Socialism with human face. I.e. we know (I can claim that we know this best of all) how all this happened and why CPSU (of Gorbachev) crashed and why USSR was destroyed.

 

If we wanted to answer very briefly to the question why Soviet power and CPSU were defeated, we would answer as follows: because the power wasn’t Soviet any longer and the party wasn’t communist.

 

  1. In 2017 there will be centenary of the Great October Socialist Revolution . We’ve all been busy reflecting how to mark this date and how to celebrate it. Sure that we shall mark this day, whereas there nothing special to celebrate as we are in the state of temporary defeat of October Revolution in its Motherland, i.e. we’ve been retreating. The best way for communists to mark this anniversary would be to review and reconsider honestly the fate of their movement in the last century. We should start with the recognition of the fact that communists didn’t always win in their struggle for masses, and that they have been defeated by counterrevolution by this day. We should answer the questions who or what has won, why we were defeated. Was this defeat the final and irreversible event or is this a temporary defeat and the struggle will go on? To put it brief: we should make conclusions from our mistakes. It’s not for nothing that Lenin said “Nothing can destroy us apart from our own mistakes.

 

  1. If we consider modern communist movement as a whole we’ll have to confess that the lessons haven’t been learnt. We are of the opinion that nowadays opportunism and revisionism have turned from an internal product of communist movement, from a set of biases and errors into a powerful weapon in the hands of Imperialism. The right bias hasn’t gone away with Gorbachev and the destruction of USSR and CPSU in 1991

 

In Russia the line of Gorbachev is being followed by the party with communist name. The main features of their politics are as follows:

– it’s claimed that the limits for revolutions are up – the country cannot afford any more revolutions;

– it’s not only the concept of proletarian dictatorship that is rejected, but the concept of organized class struggle is rejected as well;

– parliamentarism is recognized as the power of people;

-.adherence to the model of market Socialism;

– support of Russian Orthodox Church, claims regarding its allegedly positive role in the development of people’s spirituality etc.

This is a typical occurrence in the communist movement of the world. To put it simple: there has been taking place the adaptation of the parties to the system of Capitalism while presenting themselves as parliamentary defenders of people’s rights.

 

  1. This right-wing transformation of communist parties leads to removal of masses from real political participation. Their role is thus limited to the functions of electorate who give their votes to party leaders in the course of elections. Strategy of victory by such opportunistic party reads as follows: they promise working people a success achieved in the course of coming election, whereas political struggle of masses is limited to the struggle for “honest” elections. Such focusing on parliamentary activities only is well remunerated by governments. One of the most typical examples of this occurrence is represented by European Left. These parties don’t recognize any extra-parliamentary forms of struggle, or pay them lip service only while actually hampering them.

 

  1. We cannot say that there is such thing as the unity of modern communist movement worldwide. One could start with our inability to adopt a joint statement – so great are the differences. Let me bring an example. Chairman of Peoples Republic of China Xi Jinping when meeting with Putin in the course of the BRICS summit in India in October congratulated Russian President on the victory of the party United Russia in the course of parliamentary elections: “Recently there have successfully taken place elections to the new State Duma. Party United Russia has achieved a convincing victory, and this creates solid and firm political foundation for stable development of Russia in the future”.

In fact he congratulates Putin on strengthening of anti-communism, anti-sovietism and capitalism. No comment.

 

 

  1. The successes of China in development of economics are very much impressing and are the reason for big respect. Nevertheless this doesn’t mean a success in the construction of Socialism. There is an interesting example of how Lenin treated similar issues:

 

In the draft program prepared for the II Congress of RSDRP the aims of socialist production were described as “planned organization of social production process aimed at satisfaction of the needs both of whole society as well as of individual needs”.  V.I. Lenin objected to such wording: “it’s not accurate. Such satisfaction can be provided by capitalism as well, the difference is that is not granted to all members of society and is not equal”. In the end of the day Lenin managed to change the draft program in the following way: “social revolution of proletariat will destroy the class division of society and liberate the whole oppressed mankind by way of replacing private property for means of production and turnover by the socialized one and introducing planned production process in order to ensure wellbeing and versatile development of all members of society.

Nowadays People’s Republic of China has the second largest number of billionaires in the world whereas Russia is the third. I think that both countries are equally far from the classless society – from communism.

 

  1. The goal of Socialism is not limited to proclaiming the power of working people at all, the goal is to ensure that working people should have real practical possibility to perform this power. From our point of view the experience of Soviets should be studied and used by all parties. Soviets are the most adequate form of realization of people’s power, organizational form of proletarian dictatorship. The main point is the participation of working masses in the struggle. Initially this should be the issue of taking power, later under Socialism this is their participation in performing the dictatorship of proletariat. Lenin saw it as a universal participation in the control over state… Soviet power is built on the basis of industries – based on plants and factories.

 

  1. We, RCWP are going to celebrate the centennial anniversary of October Revolution by seeking new ways to develop the struggle. We’ll invite these parties that hasn’t used up their limits for revolutions, that extend their recognition of class struggle up to the recognition of proletarian dictatorship and whose practical activities are based upon workers movement. We in Russia have been attempting the tactics of creating Workers Front.

We see our task in preserving the Marxist-Leninist part of political theory and practice for the sake of future of communist movement that nobody will be able to extinguish.

We lived under Socialism and know for sure that the relations between people were much better, fairer, more unpolluted and honest, much more human. This is something to struggle for!

 

Let’s not falter on our chosen way!

Fonte: RKRP.ru

I comunisti russi celebrano il 99° Anniversario della Rivoluzione Socialista d’Ottobre

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November 6, 2016

Mentre la classe dirigente russa fa di tutto per criminalizzare e cancellare la Grande Rivoluzione Socialista d’Ottobre dalla storia della Russia, i comunisti russi in occasione del suo 99° Anniversario si mobilitano organizzando una “Marcia Rossa” il 7 novembre a Mosca e Leningrado per affermarne l’attualità e necessità. Nell’odierna Russia le tradizionali celebrazioni del 7 novembre sono state cancellate a livello istituzionale e sostituite di fatto dai festeggiamenti del 4 novembre per la cosiddetta “Giornata dell’unità nazionale” con l’obiettivo proprio di offuscare la memoria del primo assalto al cielo con la conquista del potere da parte degli operai e contadini guidati dai Bolscevichi, che rappresenta ancora oggi il pericolo maggiore per i capitalisti russi (e di tutto il mondo). Cercano così di cancellare ogni traccia dei veri valori di classe dell’URSS e delle conquiste del socialismo dalla storia della Russia rimuovendone la memoria e avvelenando le coscienze delle nuove generazioni con il richiamo ad una impossibile unità tra sfruttati e sfruttatori in nome della “grandezza della nazione” e contro “i nemici esterni” alimentando nazionalismo e sciovinismo col fine di salvaguardare il dominio sfruttatore dell’oligarchia e lo sviluppo del capitalismo monopolistico russo.

Diverse sono le organizzazioni della sinistra di classe russa e associazioni sindacali dei lavoratori, che daranno vita alla “Marcia Rossa”, tra cui, le più importanti sono il Partito Comunista Operaio Russo (membro della Iniziativa dei Partiti Comunisti e Operai d’Europa), la Lega della Gioventù Comunista Rivoluzionaria – bolscevica (RCYL-b), il Fronte Russo Unito del Lavoro – Rot Front. Nel comunicato congiunto gli organizzatori affermano l’attualità della Rivoluzione d’Ottobre nella necessità della lotta contro il governo borghese russo per il rapido rovesciamento rivoluzionario del sistema sociale, economico e politico del capitalismo, unendola a rivendicazioni di carattere immediato quali incremento dei salari, la nazionalizzazione delle banche e delle industrie di base, istruzione e sanità gratuita.

Di seguito il comunicato del CC del Partito Comunista Operaio Russo per il 99° Anniversario della Grande Rivoluzione Socialista d’Ottobre

Avanti, fino alla vittoria dell’Ottobre!

Cari compagni!

Il Comitato Centrale del Partito Comunista Operaio Russo rivolge calorosi auguri a tutti i compagni di lotta in occasione dell’anniversario dell’evento principale nella storia del genere umano, la principale festa dei lavoratori di tutto il mondo – il Giorno della Vittoria della Grande Rivoluzione Socialista d’Ottobre!

99 anni fa, nel mese di ottobre del 1917, i nostri nonni e bisnonni – lavoratori, contadini poveri, soldati e marinai rivoluzionari – hanno compiuto questo storico passo in avanti nel futuro, rovesciando le odiate leggi degli sfruttatori, instaurando il proprio potere Sovietico e superando enormi difficoltà, hanno iniziato la costruzione del nuovo, la società socialista. Le grandi conquiste dell’URSS hanno confermato la correttezza del percorso scelto dai lavoratori, hanno confermato la correttezza della teoria marxista-leninista dell’inevitabilità del rovesciamento della dittatura della borghesia in modo rivoluzionario e l’instaurazione della dittatura del proletariato. E’ stato il governo più democratico del mondo – il potere dei lavoratori stessi per i lavoratori. E’ stata la società più democratica e libera, dove l’uomo del lavoro è stato padrone del suo paese e della sua vita. La dittatura del proletariato è necessaria per la vittoria della lotta di classe contro il capitale, per il successo della costruzione e sviluppo del socialismo come la prima fase del comunismo, al fine di distruggere completamente la divisione in classi della società, per garantire il pieno benessere e libero sviluppo a tutti i membri della società.

L’esperienza sovietica ha dimostrato la necessità dell’avanguardia rivoluzionaria – il partito della classe operaia come forza trainante della costruzione e sviluppo di una nuova società. La tesi leninista che non può esistere un movimento rivoluzionario senza un partito rivoluzionario è stata confermata. E’ tutt’ora completamente valida la teoria leninista del partito. Questo partito era il Partito dei Bolscevichi, il Partito di Lenin. Sotto la sua guida, nell’Unione Sovietica, questioni fondamentali e importanti che non sono mai stati risolti e non possono esser risolti in alcun paese capitalistico, sono state risolte. Lo ha confermato l’esperienza dei partiti fratelli dei paesi socialisti. Vale a dire, è stato risolto il problema della piena occupazione, istruzione e l’assistenza medica gratuita e per tutti, l’uso delle conquiste della scienza e della cultura. L’URSS metteva a disposizione di tutti e quasi gratuitamente alloggio, trasporti, utenze e altre necessità vitali di ognuno. Non solo garantiva veramente la soddisfazione dei bisogni materiali di base e spirituali di tutti i membri della società, ma creava anche le condizioni per il pieno sviluppo e il miglioramento delle persona umana. Anche la sicurezza della vita umana in qualsiasi paese capitalista non era alta come in Unione Sovietica.

L’esperienza sovietica ha anche dimostrato in modo convincente che la base economica della realizzazione, rafforzamento e sviluppo del potere dei Soviet (Consigli) come forma organizzativa della dittatura del proletariato è la proprietà sociale dei mezzi di produzione, la pianificazione della produzione sociale con l’obiettivo di garantire il pieno benessere e libero sviluppo totale di tutti i membri della società.

25 anni fa, tutto è cambiato nel nostro paese dopo il temporaneo ripristino del sistema di sfruttamento. Adesso, nella Russia capitalista il popolo lavoratore è nuovamente oppresso lavorando per padroni e signori che si appropriano del loro lavoro crogiolandosi nel lusso e facendosi chiamare élite nazionale.

Il nostro Partito ha a lungo analizzato le cause di fondo, gli errori e le condizioni che hanno reso possibile l’allontanarsi dai principi fondamentali della costruzione del socialismo, la svolta delle riforme di mercato e, infine, la restaurazione del capitalismo nel nostro paese.

Oggi, la borghesia, cercando di rafforzare il suo dominio, aumenta l’offensiva contro la classe operaia e tutto il popolo impoverito. Le sue armi ideologiche sono la promozione del neoliberismo e le teorie socialdemocratiche di patto sociale e collaborazione di classe, pace sociale, esaurimento del ciclo delle rivoluzioni, il nazionalismo rabbioso e il clericalismo nelle veste di patriottismo e nazionalismo. Integrano e riforniscono l’arsenale della borghesia il revisionismo e l’opportunismo, impiantati e coltivati dagli imperialisti nel movimento comunista mondiale.

Ma è impossibile uccidere il sogno di una vita equa e libera per il popolo. Come rendere realtà questo sogno lo hanno mostrato a tutto il mondo i bolscevichi. Dovrebbe esser chiaro che bisogna combattere per la felicità. E’ ora di smettere di sopportare l’umiliazione dei nuovi padroni e credere alla favole sull’unità nazionale con i ladri parassiti! E’ tempo di lavorare duramente per andare avanti fino alla vittoria di nuovo Ottobre!

Cos’è una rivoluzione nella Russia odierna? Significa il rovesciamento del brutale potere del “vitello d’oro” – il potere dei capitalisti e dei burocrati. Significa un ritorno alla proprietà pubblica di tutta la ricchezza che è stata saccheggiata dalla borghesia. Significa ribadire il ben noto “La guardia è stanca” e mandare al diavolo tutti i signori, consiglieri e senatori, sindaci, prefetti e governatori, che inghiottono spavaldamente tutto quello prodotto dalla gente che lavora. Significa riconquistare il potere nelle mani di coloro che con il loro lavoro e mente creano tutti i benefici materiali e spirituali. Significa creare il potere dei Soviet.

Non ci sono limiti della storia alla rivoluzione. Una rivoluzione era ed è una questione di gioventù e divertimento, perché è il rifiuto del vecchio, obsoleto, del blocco dello sviluppo. Una svolta per una nuova, superiore e avanzata società. Così nel campo della scienza, della tecnologia e della cultura. Così nella vita della società umana.

Nessuno può fermare e far tornare indietro lo sviluppo storico della società. La lotta continuerà come disse Lenin: “Vi sarà o no la rivoluzione? Questo non dipende solo da noi, ma noi faremo ciò che dobbiamo fare e non sarà mai invano.”

La nostra causa è giusta. Il nemico sarà sconfitto. La vittoria sarà nostra!

Celebra questo straordinario giorno per nuovi impegni nella lotta!

Auguri cari compagni!

Abbasso il potere del capitale!

Viva la rivoluzione socialista che libera l’uomo del lavoro!

Avanti, fino alla vittoria dell’Ottobre!

Fonte: La Riscossa

Declaração conjunta de solidariedade com o Partido Comunista Grego (KKE)

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Nota: Recordando esta declaração histórica de Julho de 2015.

Sábado, 25 Julho 2015

Nós, Partidos Comunistas e Operários, estamos atentos aos acontecimentos na Grécia, a ofensiva da União Europeia, do capital e de seus representantes políticos contra os direitos trabalhistas e populares.

Nossos partidos têm apoiado as lutas dos trabalhadores gregos e têm expressado sua solidariedade internacionalista e seu apoio à luta do KKE.

Durante muitos anos, os governos do ND e PASOK, em cooperação com a União Europeia, o Banco Central Europeu e o FMI, têm aplicado memorandos e duras leis antipopulares com dolorosas consequências para a classe trabalhadora e os setores populares.

Hoje, o acordó antipopular, o terceiro memorando, que foi firmado pelo governo SYRIZA-ANEL, e apoiado pelo ND e PASOK, com a Troika, mantém as medidas antipopulares dos governos anteriores e impõe novos fardos aos trabalhadores da Grécia, impostos insuportáveis, a abolição dos direitos trabalhistas e da segurança social, as reduções nos salários e nas pensões, privatizações, etc., piorando ainda mais a situação das famílias e das camadas populares.

Estes acontecimentos nos permitem extrair algumas conclusões úteis para fortalecer a luta popular:

– o capitalismo não pode ser humanizado. Gera crises, desemprego e pobreza. Na realidade, tem demonstrado que toda gestão do sistema agrava os problemas do povo e incrementa os benefícios do grande capital.

– a UE é uma organização reacionária e imperialista. A “democracia”, a “solidariedade” e a justiça social não são compatíveis com sua proposta.

Os Partidos Comunistas e Operários que assinam essa declaração apreciamos a decidida e consequente posição do KKE junto à classe trabalhadora e ao povo grego pela abolição dos memorandos, contra o acordo antipopular firmado pelo governo SYRIZA-ANEL (e o restante dos partidos políticos burgueses) com a Troika (UE-BCE-FMI).

Nossos partidos saúdam a luta dos comunistas da Grécia pelos direitos trabalhistas e populares, pela derrubada da barbárie capitalista e pelo socialismo.

Assinam:
1. PC da Albânia
2. Partido Argelino pela Democracia e Socialismo (PADS)
3. PC da Macedonia (ARYM)
4. PC da Australia
5. Partido do Trabalho da Austria
6. PC de Bangladesh
7. PC dos Operários da Bielorrusia
8. PC Brasileiro
9. Polo Comunista Luiz Carlos Prestes – Brasil
10. PC da Bretanha
11. PC da Bulgaria
12. Partido dos Comunistas da Bulgaria
13. União de Comunistas da Bulgaria
14. PC do Canadá
15. PC na Dinamarca
16. PC da Eslovaquia
17. PC dos Povos da Espanha
18. Movimento Galego ao Socialismo
19. Primeira Linha, Galícia
20. Partido dos Comunistas EUA
21. Organização Socialista Caminho da Liberdade (FRSO) – EUA
22. PC das Filipinas – 1930
23. Partido Comunista Operário da Finlandia
24. Polo de Renascimento Comunista na França
25. PC Unificado de Georgia
26. PO Húngaro
27. Partido dos Trabalhadores da Irlanda
28. PC, Italia
29. Movimento Socialista do Kazaquistão
30. PC de Luxemburgo
31. PC de Malta
32. PC de México
33. PPS de México
34. Novo PC dos Países Baixos
35. PC da Noruega
36. Partido Comunista do Paquistão
37. PC Palestino
38. PC da Polonia
39. PC de Puerto Rico
40. Partido Comunista da Federação Russa
41. PC Operário Russo
42. PC da União Soviética
43. Novo Partido Comunista da Yugoslavia
44. Partido Comunista Sirio
45. PC Sul-africano
46. PC da Suecia
47. PC (Turquía)
48. PC da Ucrania
49. União dos Comunistas da Ucrania
50. PC de Venezuela

Tradução: Polo Comunista Luiz Carlos Prestes (PCLCP)

Movimento Comunista Internazionale: serve l’Unità Ideologica, Politica e Organizzativa

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25 de Janeiro de 2015

Il Movimento Comunista Internazionale sta attraversando una fase di debolezza ideologica, politica e organizzativa, che mette in forte pericolo la sua capacità di guidare la crescente insofferenza delle masse popolari nei confronti del dominio del capitale, il conflitto di classe e la resistenza sociale alla ristrutturazione capitalistica verso uno sbocco rivoluzionario e socialista.

Gli ultimi Incontri Internazionali dei Partiti Comunisti e Operai (IMCWP) hanno evidenziato divergenze tra i Partiti, in merito non solo alla strategia e alla tattica della lotta per il socialismo-comunismo, ma anche alla storia del Movimento Comunista, che rischiano di travalicare i limiti del legittimo dibattito per trasformarsi in polemiche e vere e proprie divisioni. Il Movimento Comunista ha già conosciuto in passato questo problema. Queste divisioni si sono sempre tradotte in un indebolimento del Movimento Comunista e del fronte antimperialista, anche quando il Movimento era ben più forte di quanto non sia oggi.

Per queste ragioni, il nostro Partito ritiene indispensabile affrontare in tempo utile questo pericolo, individuandone le cause e cercando di trovare i mezzi per neutralizzarlo, prendendo lo spunto proprio dalle posizioni assunte a tal merito da alcuni Partiti Comunisti dopo il 15° IMCWP.

La temporanea vittoria (in termini storici) della controrivoluzione in URSS e la conseguente scomparsa del campo socialista ha rappresentato senz’altro il punto apicale del processo di indebolimento del Movimento Comunista. Il nostro Partito ha da tempo acquisito come questo avvenimento, di per sé tragicamente negativo, sia stato determinato dal fallimento del revisionismo di Khruschev e dei suoi successori, non dall’inadeguatezza del socialismo in quanto tale, come concepito originariamente in URSS da Lenin e Stalin. In altre parole, la controrivoluzione ha sconfitto non il socialismo, ma una sua degenerazione revisionista. Ciò ha fatto emergere alla luce del sole, analoghe e parallele mutazioni “genetiche”, snaturamenti di classe e processi degenerativi già in atto da tempo in alcuni Partiti Comunisti, accelerandone la trasformazione in soggetti politici di chiara matrice socialdemocratica o, in altri casi, addirittura lo scioglimento.

L’arretramento del Movimento Comunista, pertanto, non origina dalla scomparsa dell’URSS, ma si consuma con questa, essendo invece causato da quelle stesse deviazioni revisioniste, riformiste e opportuniste, già in atto al suo interno, che hanno portato alla controrivoluzione.

L’eurocomunismo, una delle peggiori forme di revisionismo del XX° secolo, anche se consegnato alla pattumiera della storia, ha lasciato comunque una pesante eredità: l’opportunismo di destra, che ha infettato, particolarmente ma non solo, proprio i partiti di quei paesi da cui originava: il PCF in Francia, il PCE in Spagna, PRC ed altri in Italia.

Questi partiti, insieme a SYRIZA (Grecia) e PDS (Germania), costituiscono la spina dorsale del Partito della Sinistra Europea (PSE). Rimossi i principi fondativi del marxismo-leninismo, cioè la ragione stessa dell’essere e chiamarsi Partito Comunista, gli opportunisti di destra che fanno parte del PSE hanno abbandonato addirittura qualsiasi annacquata prospettiva di superamento del capitalismo. Assimilati dal sistema, privi di autonomia teorica e di progetti di trasformazione radicale, si limitano a proporre riforme, limitate quanto utopiche, che di fatto propongono miglioramenti gestionali del sistema esistente con, al massimo, qualche strumento per mitigare l’impatto della crisi capitalistica sulla classe operaia e le masse popolari. In sostanza, curare i sintomi, non la malattia: un impossibile “capitalismo dal volto umano” con qualche “antidolorifico” per lenirne l’asserita “disumanità”. La tattica, ovviamente rigorosamente parlamentaristica, non può che passare attraverso la partecipazione, di larga minoranza, ai governi borghesi e alle coalizioni elettorali genericamente “di sinistra”, sotto l’egemonia della ben più forte socialdemocrazia; o anche con un grado di autonomia fittizia da un punto di vista delle coalizioni elettorali, che si sostanzia però sempre con una subalternità politica alla grande famiglia del socialismo riformista europeo.

La complicità del PSE con le politiche antioperaie e antipopolari dell’UE, il sostegno più volte fornito ai piani aggressivi dell’imperialismo europeo ai danni di Iraq, Libia, Siria e Ucraina attraverso il voto e le dichiarazioni del GUE, il suo braccio al Parlamento Europeo, la sua concezione stessa di riformabilità del capitalismo e non della necessità del suo abbattimento, rendono oggettivamente impossibile per un Partito Comunista serio qualsiasi forma di collaborazione e unità d’azione con il PSE e i partiti che ne fanno parte.

Per questo il nostro Partito condivide e sostiene pienamente la scelta del KKE di uscire dal GUE. Non si tratta di una posizione settaria e chiusa, come qualcuno ha voluto insinuare, bensì dell’esigenza di smarcarsi e differenziarsi da un gruppo parlamentare dominato dagli opportunisti di destra, per non rendersi complici del tradimento degli interessi di classe, perpetrato con l’avallo delle politiche antipopolari e imperialiste dell’UE.

Quanto diciamo a questo proposito non sottovaluta assolutamente l’esigenza di coniugare dialetticamente la difesa degli interessi quotidiani della classe operaia e dei lavoratori, la rivendicazione di obiettivi immediati, di breve o medio termine, con la prospettiva del rovesciamento rivoluzionario del capitalismo e dell’instaurazione di una società socialista. Riteniamo, al contrario, che ogni conquista strappata al capitalismo sul piano dei salari, dei servizi, dei diritti dei lavoratori, ma anche ogni espansione della democrazia, sia pure formale, oltre che rispondere ad esigenze vitali della classe operaia e del popolo, contribuisca a fare emergere nuove contraddizioni e a far progredire lo scontro di classe.

Siamo tuttavia coscienti del fatto che, in assenza di un rivolgimento rivoluzionario in direzione del socialismo, qualsiasi conquista in tal senso assume carattere di transitorietà, precarietà e volatilità, sempre ammesso che sia acquisibile nell’ambito di questo sistema.

Inoltre, un programma di breve termine, che fissi obiettivi in linea sia con i bisogni immediati della classe operaia che con la prospettiva rivoluzionaria, è lo strumento che permette di effettuare il primo passo per elevare il senso comune, gramscianamente inteso, a coscienza di classe, per trasformare il singolo operaio in un membro cosciente della classe operaia. Questo, tuttavia, non deve offuscare l’aspetto strategico a più lungo termine, rimuovendolo e sostituendosi ad esso. Il problema è duplice: occorre garantire che l’obiettivo immediato, raggiungibile nell’ambito di questo sistema, non finisca per prevalere sull’obiettivo finale, offuscandolo e rimuovendolo; occorre evitare una visione gradualistica, per tappe intermedie, del processo di transizione al socialismo che, negando l’aspetto traumatico, dirompente, della trasformazione rivoluzionaria, identifichi il processo di cambiamento con il semplice progressivo raggiungimento, ammesso che sia possibile, dei soli obiettivi minimi.

Nell’esperienza italiana dal dopoguerra in poi, entrambe queste precauzioni sono venute a mancare. Il concetto di “democrazia progressiva”, elaborato da Curiel e in parte da Togliatti, è stato nel tempo stravolto. In origine concepito come strumento per la creazione delle condizioni più favorevoli alla rivoluzione, è stato nel tempo trasformato in un obiettivo in sé, una presunta fase intermedia che avrebbe dovuto evolversi fino al superamento del capitalismo, introducendo progressivamente “elementi di socialismo” ed evitando la rottura rivoluzionaria con la vecchia società. La storia ha dimostrato l’infondatezza di tale concezione, confermando la validità della teoria marxista-leninista dello stato. Non solo l’Italia non si è avvicinata di un passo al socialismo, ma è diventata un paese profondamente autoritario e conservatore, dove il dominio del capitale è attuato senza mezzi termini, mentre quel suo Partito Comunista (irrimediabilmente minato dalla ‘mutazione genetica’ e dall’eurocomunismo), che proprio queste teorie propugnava, non esiste più.

In realtà, non ci sono stadi intermedi, né potranno mai esserci. Non esistono terze vie tra capitalismo e socialismo, o l’uno o l’altro. Ciò non significa che alcuni rapporti sociali ed elementi della vecchia società non sopravvivano all’interno della nuova, come avviene in qualsiasi formazione economico-sociale, ma sopravvivono in condizioni politiche diverse che li avviano all’estinzione: cessano, cioè, di essere dominanti. La diversità delle condizioni politiche consiste appunto nell’instaurazione della dittatura proletaria, cioè del dominio politico, assoluto e illimitato, della maggioranza degli sfruttati sulla minoranza di sfruttatori. Benché la trasformazione della proprietà privata in proprietà pubblica sia un momento fondamentale della transizione al socialismo, questa non sarà mai compiuta senza l’elemento politico della dittatura proletaria, con gli strumenti della pianificazione centralizzata e del controllo operaio e popolare che reca in sé. E’ proprio la questione della titolarità del potere politico che differenzia il capitalismo di stato dal socialismo.

Il capitalismo, sia pur nell’ambito delle leggi generali che ne regolano lo sviluppo, non è identico in ogni paese per grado di accumulazione, di concentrazione del capitale, di rapporto tra capitale finanziario e capitale industriale, per composizione di classe della società, per differenze nell’ordinamento giuridico, ecc. Diciamo, pertanto, che lo sviluppo diseguale è una delle leggi generali del capitalismo, quella che determina la diversità tra sistemi aventi lo stesso modo di produzione e, in un certo senso, determina anche la gerarchia piramidale tra questi. Allo stesso modo, le sue contraddizioni, generali e comuni, tra sviluppo delle forze produttive e rapporti di produzione, tra carattere sociale della produzione e appropriazione privata del prodotto, ecc., si manifestano con differente intensità e grado di maturazione in ciascun paese. Di conseguenza, ci rendiamo perfettamente conto che ogni Partito Comunista, partendo dall’analisi della situazione reale che si trova di fronte, deve adottare differenti tattiche di lotta che rispondano alle condizioni concrete in cui si trova ad operare. In questo senso, nessuno mette in discussione l’autonomia di ciascun Partito Comunista, né crede che vi siano ricette e modelli imitabili, esportabili o applicabili sempre e comunque.

Ciò che non è ammissibile per nessun Partito Comunista è la negazione della prevalenza del generale sul particolare, delle leggi generali dello sviluppo capitalistico, comuni a tutti i paesi, sulle particolarità nazionali di ciascun paese. Le prime attengono alla sostanza dei rapporti sociali reali, le seconde sono inerenti alla forma con cui questi si manifestano. Il ribaltamento di questa verità scientifica conduce all’errata conclusione che, poiché nei diversi paesi e nei diversi momenti storici le forme dello sfruttamento e della dittatura di classe si esplicano con modi e intensità diverse, esista un capitalismo “migliore” di altri e perciò emendabile con riforme e tattiche parlamentaristiche. Ciò risulta con estrema chiarezza nelle posizioni opportuniste di alcuni Partiti Comunisti che aderiscono al PSE, secondo cui il “capitalismo buono” è identificato con una “borghesia produttiva”, che fa della sua bandiera economica il keynesismo, mentre il “capitalismo cattivo” sarebbe rappresentato dal “capitalismo finanziario” che fa sue le teorie neo-liberiste, in particolare il monetarismo. Le teorie economiche citate sono forme particolari, storicamente determinate, di gestione del modo di produzione capitalistico e proprio il ribaltamento del pensiero marxista-leninista ha portato i partiti opportunisti all’errore fatale di considerarle preminenti nella determinazione della strategia: per loro è strategico passare da una forma all’altra, senza considerare l’aspetto sostanziale, cioè la necessità di superare il modo di produzione capitalistico in quanto tale, indipendentemente dalle forme in cui viene gestito, attraverso l’abbattimento del potere politico della borghesia. Questo è quanto accade quando il particolare viene fatto prevalere sul generale.

Per questo motivo, la rivendicazione dell’autonomia di questo o quel Partito Comunista in nome delle particolarità nazionali, oltretutto in un momento in cui nessuno, all’interno del Movimento Comunista, la mette in discussione, suscita in noi perplessa preoccupazione.

Rispondere stizzosamente ad eventuali critiche da parte di Partiti fratelli, emerse nel corso del legittimo dibattito interno al Movimento Comunista, trincerandosi dietro lo scudo dell’autonomia del partito e delle vie nazionali, è un comportamento preoccupante che ci riporta con la memoria agli anni dell’eurocomunismo, quando, sotto il pretesto di un’esasperata autonomia e originalità di pensiero, si smantellava la teoria rivoluzionaria, liquidandola come obsoleta o applicabile solo in condizioni immancabilmente diverse da quelle correnti, disarmando il Partito e privandolo, proprio in questo modo, della sua vera autonomia, quella ideologica e culturale nei confronti della borghesia. In realtà, l’autonomia che gli eurocomunisti perseguivano era soltanto tesa alla perpetuazione di quel gruppo dirigente revisionista e riformista che in Italia, comodamente insediatosi nelle istituzioni parlamentari borghesi, ha guidato il PCI per gli ultimi 20 anni della sua esistenza, portandolo alla dissoluzione.

In tal senso , all’interno del movimento comunista a livello internazionale, risultano incomprensibili alcune affermazioni di critica che vengono dal Portogallo (“rigettare le differenti forme di opportunismo – recusar as diferentes formas de opportunismo – sia alle espressioni di adattamento al sistema, sia nella loro variante dogmatica e settaria” (sic!).

Intanto le cosiddette espressioni di “adattamento” al sistema sono quelle che, ad esempio in Europa, hanno portato avanti il processo di snaturamento di classe, dall’eurocomunismo di ieri, al Partito della Sinistra Europea di Bertinotti e Tsipras oggi. Purtroppo con la loro ‘confusione teorica’ riescono ancora oggi ad ingannare settori di masse popolari che potrebbero esser ben diversamente orientate nella lotta contro il capitale.

Con questi opportunisti l’unico rapporto è quello della denuncia del loro carattere di collateralità al capitalismo. Ed è altrettanto chiaro che chi non ha né la capacità di analisi né il coraggio di scegliere in questa battaglia pone enormi interrogativi alla stessa causa comunista. “L’asino di Buridano” è un apologo attribuito al filosofo Giovanni Buridano: “Un asino affamato e assetato è accovacciato esattamente tra due mucchi di fieno con, vicino a ognuno, un secchio d’acqua, ma non c’è niente che lo determini ad andare da una parte piuttosto che dall’altra. Perciò, resta fermo e muore”. Questo è quello che potrà capitare ha chi non può o non vuole sceglier. Essere comunisti significa principalmente stare da una parte, dalla parte del lavoro e della classe operaia!

I recenti sviluppi della crisi capitalistica pongono al Movimento Comunista Internazionale serie questioni inerenti alla tattica. In Europa, in particolare, i Comunisti devono attuare un’accurata riflessione sulla propria politica di alleanze, sulla propria partecipazione alle istituzioni borghesi, europee e nazionali, sul coordinamento tra Partiti Comunisti e Operai con l’obiettivo di dare nuovo slancio e maggiore efficacia alla lotta contro l’UE e la NATO.

Sono tutte questioni che necessitano urgenti e ineludibili approfondimenti da parte di tutti noi. In questa sede, ci limiteremo solo ad alcune limitate considerazioni in proposito al terzo punto citato.

Il cosiddetto processo di integrazione europea, pur lasciando intatta la piramide gerarchica tra le diverse borghesie nazionali che gli hanno dato vita e confermando la legge dello sviluppo diseguale del capitalismo, ha comunque introdotto elementi di omogeneità tra i differenti sistemi nazionali, tali da richiedere una riconsiderazione del concetto di sovranità nazionale alla luce delle attuali condizioni reali. L’analisi del processo di integrazione nel conglomerato imperialista costituito dall’UE ci mostra come questo sia stato un fenomeno volontariamente, non coattivamente, posto in atto dalle borghesie nazionali dei paesi aderenti. Se questo è vero, allora non è esatto parlare di perdita di parti della sovranità nazionale. In realtà, le borghesie nazionali hanno centralizzato, non ceduto, alcune funzioni proprie dello stato nazionale, in organi sovranazionali quali la Commissione Europea, il Consiglio Europeo, ECOFIN, BCE, ecc.. Al di là di finalità puramente tecnico-gestionali, sostanzialmente questa centralizzazione è motivata da esigenze di concorrenza nell’ambito della più generale competizione inter-imperialistica, di creazione di un mercato interno più vasto di quelli nazionali e di attuazione di un più intenso sfruttamento e controllo politico di ciascuna classe operaia nazionale. Deve essere chiaro che ogni borghesia nazionale partecipa pro quota, a seconda della sua posizione nella piramide imperialista, alla spoliazione del lavoro salariato attuata con il processo d’integrazione, ma con uguale responsabilità nella creazione di tale meccanismo.

Avanzare la parola d’ordine del “ripristino della sovranità nazionale” a prescindere dal contenuto di classe che questa ha nelle date condizioni è, a nostro parere, un errore esiziale, in quanto tratta il problema astrattamente, da un punto di vista puramente formale, non tenendo conto della realtà storica, come se si trattasse di una questione di liberazione nazionale da un giogo coloniale. Abbiamo visto che non si tratta di questo, poiché la borghesia nazionale contribuisce e aderisce volontariamente al processo d’integrazione in quanto funzionale ai suoi interessi di classe nella data fase storica, mentre è negli interessi del proletariato non una semplice uscita dall’UE con il ripristino dello status quo precedente, cioè del dominio della borghesia nazionale, della valuta nazionale e di quant’altro, ma un’uscita rivoluzionaria dall’UE che abbia all’ordine del giorno l’instaurazione del potere operaio, cioè di un cambio radicale della classe dominante.

Sarebbe veramente assurdo e antistorico che il proletariato si battesse per la restaurazione di una forma di dominio borghese che la borghesia stessa ha volutamente abbandonato!

Ciò detto, sorge spontanea una domanda: se le borghesie nazionali stanno rafforzando il proprio complessivo dominio con la centralizzazione a Bruxelles di alcune funzioni in materia di politica militare-strategica, doganale, bancaria, di legislazione del lavoro, di previdenza sociale, ecc., perché il proletariato, nella sua più alta espressione organizzata, il Partito Comunista, non dovrebbe anch’esso centralizzare in un unico organo lo sforzo di omogeneizzazione politico-ideologica e di coordinamento della lotta di classe, almeno per quanto riguarda i problemi generali e comuni a tutti i paesi? Perché i Comunisti non dovrebbero organizzare una comune e coordinata risposta in termini di opposizione di classe a questa unica politica? Del resto, se nel 1943 il mutato contesto della lotta di classe a livello mondiale impose lo scioglimento della Terza Internazionale, le nuove condizioni della stessa nella fase attuale impongono l’adozione di forme di coordinamento centralizzato delle lotte e delle tattiche, sia pure in forme diverse e nella considerazione delle peculiarità della situazione in ciascun paese, ma almeno sulle questioni riconosciute come generali e comuni.

Siamo profondamente convinti che la fondazione dell’INIZIATIVA DEI PARTITI COMUNISTI ED OPERAI D’EUROPA sia il giusto passo in questa direzione e, per questo, vi abbiamo aderito con entusiasmo e motivazione. Si tratta di una ormai indispensabile forma di coordinamento tra partiti comunisti che, nei suoi motivi fondanti, esclude qualsiasi atteggiamento settario e di chiusura, ma pone un necessario discrimine tra prassi rivoluzionaria e opportunismo di qualsiasi tipo col fine, più che attuale, di arginare la diffusione di posizioni opportuniste, revisioniste e riformiste all’interno del Movimento Comunista Internazionale attraverso la creazione di un compatto polo di partiti comunisti autenticamente marxisti-leninisti, in grado di guidare con efficacia la controffensiva proletaria. Certamente, il suo funzionamento deve ancora migliorare, occorre perfezionarne i meccanismi di discussione e decisione, definire più precisamente quali porzioni di autonomia vengono centralizzate in esso, quali ne sono i poteri di vincolo verso ogni singolo partito, come attuarne efficacemente e in modo coordinato le decisioni, ma questo sarà possibile solo partecipandovi attivamente, non autoescludendosi in base alla rivendicazione di un’autonomia dei singoli partiti che, peraltro, non viene posta in discussione.

La borghesia in questa fase è vincente perché, pur a fronte di conflitti inter-imperialistici, sempre presenti a causa dello sviluppo diseguale del capitalismo, si schiera sul fronte della lotta di classe in modo sostanzialmente compatto e univoco, pur con approcci differenti nella forma a seconda dei diversi rapporti di forza in ogni singolo paese. Il proletariato, se vuole vincere, deve schierarsi in modo altrettanto coeso di fronte al nemico di classe.

di Marco Rizzo, Segretario Generale del Partito Comunista in Italia.

Fonte: Critica Proletaria