Category Archives: Internacionalismo Proletário

The communists and the situation of the working class and the regroupment of the workers movement

Just read it:

https://eucpworkermovement.wordpress.com

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Comrade Ioli Gkouma representing the Communist Party of Greece (KKE): Greece in Crisis – EU Capitalist Austerity against European Peoples

“The Greek crisis is a crisis of monopoly Capitalism” Comrade Ioli Gkouma representing the Communist Party of Greece (KKE) addressed Scottish communists in a public meeting held in the Party offices in Glasgow, Monday, 4 May 2015. In it she detailed the Greek situation under EU Capitalist austerity, the analysis of the KKE & why SYRIZA (the current governing Party) was offering false slogans & solutions. Chaired by Prof John Foster, International Secretary of the British Communist Party. http://www.scottishcommunists.org.uk

Sindicalismo de conciliação de classes e sindicalismo de luta de classes, casos recentes no sector dos transportes

Nos últimos meses do governo de Passos Coelho o seu governo burguês do PSD colocou em marcha uma série de privatizações no sector dos transportes – TAP, CP Carga, Metro de Lisboa, STCP (que é do Porto), Transtejo, Softlusa e Carris. A origem do governo de António Costa do PS apoiado por acordos parlamentares pelo PCP e pelo BE têm origem naquele ataque do PSD aos trabalhadores dos transportes. Os sindicatos dos transpores nomeadamente dirigidos pela Fectrans (que hoje comprovadamente mostra domina-los) da CGTP tinham uma experiência de greves superior à generalidade dos sindicatos de todos os outros sectores, uma taxa de filiação grande e enfim tinham toda a capacidade de convocar uma greve do sector dos transportes como nunca vista em Portugal – de facto fora da “função pública” e mesmo em empresas “do Estado” nunca há greves sectoriais em Portugal (salvo a honrosa excepção das greves da cantinas lideradas pelo excepcional sindicato de hotelaria do norte). Em vez de uma greve sectorial dos transportes que era lógica no final de mandato do Passos Coelho para ganhar a anulação das privatizações e fusões através da luta, as greves da Fectrans foram miseráveis e mesmo no colosso da TAP não foi sequer possível unir as diferentes capelinhas profissionais da CGTP para fazer uma greve da empresa. Na TAP aliás devia fazer corar de vergonha a cúpula sindical da CGTP que os pilotos da TAP (sem dúvida aburguesados e amarelos) tenham feito mais greve que todos os sindicatos da CGTP da TAP juntos com os seus raquíticos protestos de “categoria profissional” cada um por si. Passadas as vergonhas havia algo que se preparava porque a Fectrans não tinha se vergado daquela maneira por acaso. A campanha eleitoral seguinte mostrou o que os sindicalistas da Fectrans pretendiam: o acordo do PCP e do BE com o PS para um governo do sindicalismo traidor e das meias tintas. Uma vez governo do PS instalado e PCP e BE vergados procedeu-se à falsa anulação das privatizações da STCP e Metro de Lisboa (entregues depois à “municipalização” que privatiza pela porta do cavalo), à anulação ilusória da fusão da Transtejo, Softlusa e Carris (que pode dar outra “municipalização” também) e à aberta traição na TAP (privatizada a 50%) e na CP Carga (privatizada a 100%!).

E que desculpem esta longa introdução mas serve esta verdadeira história recente da Fectrans e da CGTP para dizer que em Itália os “sindicatos de base” ou confederações sindicais minoritárias (entre as quais a SGB apoiada pelos comunistas italianos) fizeram uma greve sectorial nacional dos Transportes e da Logística com grande impacto, obrigando o ministro dos transportes italiano e as confederações sindicais maioritárias a ladrar que “há demasiadas” greves no sector. E esta greve sectorial em Itália uniu na greve trabalhadores de empresas do Estado e do sector privado (quando a Fectrans nem as lutas “do Estado” é capaz de unir, muito menos as do privado) contra vários ataques aos trabalhadores do sector.

Moral da história: tem muito mais força um David vermelho que um Golias amarelo.
Os sindicatos não se medem pelo número de filiados mas sim pela combatividade na linha da luta de classes.

Massima mobilitazione per lo sciopero generale del 27 ottobre (Partito Comunista, Itália, Settembre 2017)

As 21 condições de admissão dos Partidos na Internacional Comunista (1920)

O II Congresso Mundial estabelece as seguintes condições de admissão na Internacional Comunista:

1.

A propaganda e a agitação cotidianas devem ter um caráter efetivamente comunista e corresponder ao programa e às resoluções da III Internacional. Os órgãos de imprensa controlados pelo Partido devem ter a redação a cargo de comunistas fiéis, provadamente devotados à causa proletária. A ditadura do proletariado não deve ser abordada como um simples chavão de uso corrente, mas preconizada de modo que todo operário, operária, soldado e camponês comum deduza sua necessidade dos fatos da vida real, mencionados diariamente em nossa imprensa.

As editoras partidárias e a imprensa, periódica ou não, devem estar inteiramente submetidas ao Comitê Central do Partido, seja este atualmente legal ou não. É inadmissível que as editoras abusem de sua autonomia e sigam uma política que não corresponda à do Partido.

Nas páginas dos jornais, nos comícios populares, nos sindicatos, nas cooperativas e onde quer que os partidários da III Internacional encontrem livre acesso, é indispensável atacar de modo sistemático e implacável não somente a burguesia, mas também seus cúmplices, os reformistas de todos os matizes.

2.

As organizações que desejam filiar-se à Internacional Comunista devem afastar de modo planejado e sistemático os reformistas e os “centristas” dos postos minimamente importantes no movimento operário (organizações partidárias, redações, sindicatos, bancadas parlamentares, cooperativas, municipalidades etc.) e substituí-los por comunistas fiéis, sem abalar-se com o fato de às vezes ser necessário, de início, trocar militantes “experientes” por operários comuns.

3.

Em quase todos os países da Europa e da América, a luta de classes está entrando na fase da guerra civil. Em tais condições, os comunistas não podem confiar na legalidade burguesa e devem formar em toda parte um aparelho clandestino paralelo que possa, no momento decisivo, ajudar o Partido a cumprir seu dever perante a revolução. Nos países onde os comunistas, por conta do estado de sítio ou das leis de exceção, não podem atuar em total legalidade, é absolutamente indispensável combinar o trabalho legal e o clandestino.

4.

O dever de propagar as ideias comunistas inclui a necessidade especial da propaganda persistente e sistemática nos exércitos. Nos lugares onde as leis de exceção proíbem essa agitação, ela deve ser realizada clandestinamente. Renunciar a essa tarefa equivale a trair o dever revolucionário e desmerecer a filiação à III Internacional.

5.

É indispensável a agitação sistemática e planejada no campo. A classe operária não pode garantir sua vitória sem atrair ao menos uma parcela dos assalariados agrícolas e dos camponeses mais pobres e neutralizar com sua política uma parte dos setores rurais restantes. O trabalho comunista no campo está adquirindo atualmente a mais suma importância. Para realizá-lo, é especialmente indispensável o auxílio dos trabalhadores comunistas revolucionários da cidade e do campo ligados ao campesinato. Renunciar a essa tarefa ou delegá-la a semirreformistas duvidosos equivale a renunciar à própria revolução proletária.

6.

Os Partidos que desejam filiar-se à III Internacional devem denunciar não somente o social-patriotismo aberto como também a falsidade e a hipocrisia do social-pacifismo, demonstrando sistematicamente aos trabalhadores que, sem a derrubada revolucionária do capitalismo, nenhuma corte internacional de arbitragem, nenhum tratado de redução de armamentos e nenhuma reorganização “democrática” da Liga das Nações livrará a humanidade de novas guerras imperialistas.

7.

Os Partidos que desejam filiar-se à Internacional Comunista devem reconhecer a necessidade da ruptura completa e definitiva com o reformismo e o “centrismo” e preconizá-la entre o grosso da militância. Sem isso, torna-se impossível realizar uma política comunista consequente.

A Internacional Comunista exige de modo incondicional e categórico que se realize essa ruptura o mais rápido possível. Não se pode admitir que oportunistas notórios como, por exemplo, Turati, Kautsky, Hilferding, Hillquit, Longuet, MacDonald, Modigliani e outros tenham o direito de considerar-se membros da III Internacional, o que a levaria a equiparar-se fortemente à falida II Internacional.

8.

Na questão colonial e das nações oprimidas, é indispensável que tenham uma linha particularmente clara e precisa os Partidos dos países cuja burguesia possui colônias e oprime outros povos. Os Partidos que desejam filiar-se à III Internacional devem denunciar implacavelmente as artimanhas de “seus” imperialistas nas colônias; apoiar os movimentos de libertação nas colônias não somente em palavras, mas também em atos; exigir a expulsão de seus compatriotas imperialistas das colônias; cultivar no coração dos operários de seus países um sentimento fraternal sincero para com a população trabalhadora das colônias e das nações oprimidas; e realizar entre as tropas da metrópole uma agitação sistemática contra todo tipo de opressão dos povos coloniais.

9.

Os Partidos que desejam filiar-se à Internacional Comunista devem realizar uma atividade sistemática e persistente nos sindicatos, nos conselhos operários e industriais, nas cooperativas e em outras organizações de massas, onde é indispensável criar células que, após longo e persistente trabalho, ganhem-nas para a causa comunista. Inteiramente subordinadas ao conjunto do Partido, essas células devem, a cada passo de seu trabalho cotidiano, denunciar as traições dos sociais-patriotas e as hesitações dos “centristas”.

10.

Os Partidos filiados à Internacional Comunista devem insistentemente lutar contra a “Internacional” Sindical Amarela de Amsterdã e preconizar entre os operários sindicalizados a necessidade de romper com ela. Esses Partidos devem apoiar, por todos os meios, a nascente unificação internacional dos sindicatos vermelhos que apoiam a Internacional Comunista.

11.

Os Partidos que desejam filiar-se à III Internacional devem rever a composição de suas bancadas parlamentares, removendo os elementos desconfiáveis, submetendo-as ao Comitê Central do Partido não somente em palavras, mas também na prática, e exigindo que cada parlamentar comunista sujeite sua atuação aos interesses da propaganda e da agitação realmente revolucionárias.

12.

Os partidos filiados à Internacional Comunista devem ser organizados segundo o princípio do “centralismo” democrático. No atual período de guerra civil encarniçada, um Partido Comunista só poderá cumprir seu dever se for organizado da maneira mais centralizada possível, se nele predominar uma disciplina férrea que beire a militar e se seu órgão central gozar de forte autoridade, de amplos poderes e da confiança unânime da militância.

13.

Os Partidos Comunistas que atuam legalmente devem realizar depurações periódicas (recadastramentos) entre os efetivos de suas organizações para remover sistematicamente os inevitáveis elementos pequeno-burgueses.

14.

Os Partidos que desejam filiar-se à Internacional Comunista devem apoiar incondicionalmente cada República Soviética em seu combate às forças contrarrevolucionárias. Os Partidos Comunistas devem buscar continuamente convencer os trabalhadores a não transportar material bélico aos inimigos dessas Repúblicas, a realizar uma propaganda legal ou clandestina entre as tropas enviadas para sufocar as repúblicas operárias etc.

15.

Os Partidos que ainda mantêm seus velhos programas social-democratas devem revisá-los o mais rápido possível e elaborar um novo, afinado com as resoluções da Internacional Comunista e adaptado às particularidades nacionais. Como regra, os programas dos Partidos filiados devem ser aprovados pelo Congresso Mundial seguinte ou pelo Comitê Executivo da Internacional Comunista. Caso este não aprove determinado programa, o Partido tem o direito de recorrer ao Congresso Mundial.

16.

Todas as resoluções dos congressos da Internacional Comunista, bem como as de seu Comitê Executivo, são obrigatórias para os Partidos a ela filiados. Atuando em meio à mais encarniçada guerra civil, a Internacional Comunista deve ser organizada de forma muito mais centralizada do que a II Internacional. Além disso, o trabalho da Internacional Comunista e de seu Comitê Executivo deve evidentemente levar em conta as mais diversas condições de luta e de atuação dos diferentes Partidos e só tomar decisões de obrigação geral nas questões em que isso seja realmente possível.

17.

Conforme tudo o que foi exposto acima, os Partidos que desejam filiar-se à Internacional Comunista devem mudar seu nome para Partido Comunista de… (Seção da III Internacional Comunista). A questão do nome não é meramente formal, mas possui grande importância. A Internacional Comunista declarou uma guerra decidida contra o mundo burguês e os partidos social-democratas amarelos. É indispensável deixar completamente clara a todo trabalhador comum a diferença entre os Partidos Comunistas e os velhos partidos “social-democratas” ou “socialistas” oficiais que traíram a bandeira da classe operária.

18.

Os órgãos dirigentes da imprensa partidária de todos os países devem publicar os documentos oficiais importantes do Comitê Executivo da Internacional Comunista.

19.

Os Partidos filiados à Internacional Comunista ou que solicitaram sua filiação devem convocar o mais rápido possível, mas até quatro meses após o II Congresso Mundial, um congresso extraordinário para discutir internamente estas condições. Além disso, os Comitês Centrais devem cuidar para que as organizações de base conheçam as resoluções do II Congresso da Internacional Comunista.

20.

Os Partidos que gostariam de filiar-se agora à III Internacional, mas ainda não mudaram radicalmente sua antiga tática, devem cuidar para que, até sua filiação, não menos de 2/3 de seu Comitê Central e de seus principais órgãos centrais sejam compostos por camaradas que, antes do II Congresso da Internacional Comunista, já tenham se manifestado de forma aberta e inequívoca a favor do ingresso de seu Partido. O Comitê Executivo da III Internacional tem o direito de admitir exceções, inclusive no caso dos representantes “centristas” mencionados no § 7.

21.

Devem ser expulsos do Partido os membros que rejeitarem por princípio as condições e teses apresentadas pela Internacional Comunista.

O mesmo vale para os delegados do congresso extraordinário de cada Partido.

Fontes: A Chispa, Cimlformacaomarxistacombateclassista.

Excerto sobre as Frentes Populares do livro do KKE “Assuntos teóricos sobre o programa do Partido Comunista da Grécia (KKE)”

“A ascenção do fascismo numa série de países teve múltiplos impactos no movimento comunista e na IC (Internacional Comunista, Comintern).

Sucederam grandes preocupações acerca da interpretação deste fenómeno e da confrontação com ele por parte do movimento comunista em condições de crise económica capitalista e durante a intensificação dos preparativos para uma nova guerra imperialista em simultâneo ao agudizar das contradições imperialistas. Porém, os imperialistas tinham como seu objectivo comum o esmagar da União Soviética. As forças fascistas deram à sua orientação política um carácter intensamente anti-comunista, quando apelidaram o tratado entre a Alemanha e o Japão como o «Tratado Anti-IC».

Preocupações e discussões desenvolveram-se dentro dos quadros da IC que também foram registados por alguns historiadores da IC (aqueles que participaram dentro da sua estrutura). O ponto de vista dominante foi aquele que diz respeito a formar uma Frente Popular (FP) ampla e anti-fascista que poderia alcançar o governo através do parlamento de forma a evitar a ascenção de governos fascistas e ao mesmo tempo isto poderia evitar a concentração das forças mais agressivas contra a URSS.

Reflectindo o debate dentro da estrutura da IC, as resoluções do seu 7º Congresso (1935) trouxeram certas «salvaguardas» nomeadamente (id est) que a formação de um governo de Frente Popular seria o resultado da agudização da luta de classes, etc.
Contudo, na prática, estas resoluções abriram o caminho para acordos incondicionais com partidos sociais-democratas e burgueses, para um apoio acrítico a governos burgueses no contexto da guerra imperialista e, apesar da oposição do Comité Executivo da IC, para começarem a acontecer discussões a respeito da unificação dos Partidos Comunistas com os Partidos Sociais-Democratas, etc.

A experiência prática demonstrou que política das Frentes Populares não podia nem confrontar a ascenção do fascismo nem impedir a guerra.”
Fontes: Blog In Defence of Communism e site internacional do KKE

Solidariedade com a Greve Geral Grega da PAME de 8 de Dezembro desde Portugal

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Solidariedade proletária desde Portugal, desde a cidade do Porto, com os camaradas da Grécia da PAME para a Greve Geral de amanhã 8 de Dezembro. Viva a PAME! Viva a Grevel Geral grega! Viva a Grécia proletária!

αλληλεγγύη προλετάριος από Πορτογαλία

“Ζητω η Ελλαδα! γενική απεργία! 8/12”

PAME Paid Tribute To Fidel Castro

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Delegation of the Executive Secretariat of PAME visited the Embassy of Cuba in Athens on Tuesday, November 29, to pay tribute to Comandante Fidel.

PAME, also, met and discussed with the Ambassador of Cuba, and reaffirmed the position of PAME to continue the struggle, to continue Fidel’s legacy till the abolition of capitalist exploitation of man by man.

Fonte: PAME