Category Archives: Sindical

As alas mais confortáveis do inferno capitalista (reformista)

Ala nacional da burguesia, ala esquerda da social-democracia, ala progressista da igreja, ala moderada do fascismo, ala patriótica-republicana (ou honrada) dos liberais, ala multi-polar do imperialismo, ala desenvolvimentista do capitalismo, ala unitária do sindicalismo amarelo (ou peleguismo), ala democrática-parlamentar do Estado burguês, a esquerdinha militar pequeno-burguesa bonapartista para brincar ao Estado neutral ou ao “Socialismo com propriedade privada” do chavismo mas também do prec…

Temos de ser parte das alas “progressistas” e “democráticas e patrióticas” porque é lá que “estão os trabalhadores”. Quais trabalhadores? Os que são obrigados a emigrar pela burguesia “nacional”, os atraiçoados pela social-democracia “de esquerda”, os que são reduzidos a parolos ingénuos pela “igreja progressista”, os que carregam às costas a “patriótica” república capitalista, os que conhecem o “desenvolvimento” do bolso dos ricos à custa do roubo do seu bolso, os que são postos de joelhos perante ao patrão graças à sagrada “unidade” de cúpulas sindicais com os amarelos, os que nem sequer votam para a pocilga parlamentar burguesa, os que pediram armas à esquerdinha militar no 25 de Novembro de 75 em Portugal em vão, os que estão desempregados e por isso são lhes vedados os sindicatos (se uma grande parte dos trabalhadores são desempregados uma grande parte dos dirigentes sindicais deviam ser desempregados como seus representantes e defensores) entre outros direitos, os que estão na miséria e que por isso – tirando a igreja que vive às suas custas – são desprezados e ignorados por esta corja toda de alas esquerda, progressistas, nacionais, democráticas e patrióticas.

Precisamos de um movimento de massas revolucionário do proletariado e dos pobres que até pode estar no parlamento burguês mas não para o defender e sim para o destruir. Precisamos de um movimento de massas cuja estratégia esteja focada inequivocamente fora (e contra) do sistema e Estado burguês e trabalhando para derrubar esse sistema e Estado explorador. Tudo o mais são alas confortáveis do inferno reformistas, que é o “rosto humano” ou melhor a máscara falsa da besta capitalista.

 

 

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Comunicado do Sindicato de Hotelaria do Norte: Grande Adesão à Greve nas Cantinas!

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Nota minha: Com a participação destacada do Sindicato de Hotelaria do Norte, a Greve Geral Nacional do Sector dos trabalhadores das cantinas é uma greve sem paralelo em Portugal no sector privado e no sector público, porque de facto os trabalhadores trabalham quer em edifícios públicos quer em edifícios privados e se o governo tivesse um pingo de decência contratava directamente para o quadro fixo do Estado quem trabalha nas cantinas do Estado. Mas não esqueçamos que mesmo nas empresas completamente privadas esta greve precisa de ser exemplo para os outros sindicatos que nunca se lembram de fazer uma única greve geral sectorial nacional nem de trabalhar para chegar a esta combatividade. Queremos Contratação Colectiva e empregos permanentes a sério? Então sigamos este exemplo de luta e que se repita muitas mais vezes.

Comunicado do Sindicato de Hotelaria do Norte:

GRANDE ADESÃO À GREVE NAS CANTINAS
Os trabalhadores das cantinas, refeitórios, fábricas de refeições, áreas de serviço e bares concessionados realizaram hoje uma greve a nível nacional com grande adesão.
A greve afetou particularmente o fornecimento de refeições nos hospitais de Santo António, Pedro Hispano, Prelada, Penafiel, Chaves, Guimarães e Ponte de Lima com adesões de praticamente 100% e Santos Silva, Vila Real, Famalicão, Santo Tirso e Póvoa de Varzim com adesões menos significativas. Enceraram os centros de formação de Braga e Porto e mais de duas dezenas de cantinas escolares do 1.º e 2.º ciclo, bem como a cantina da RTP que encerrou e a Unicer que teve uma elevada adesão.
Esta greve teve também grande impacto noutras regiões. Na região Centro encerraram 40 escolas e dois centros de formação profissional e os hospitais de Covilhã, Bissaia Barreto, Covões e Guarda tiveram uma adesão de 100% e o Pediátrico também com grande adesão. No Sul a greve teve grande impacto nos hospitais Egas Moniz, Capuchos, São José, São Francisco Xavier, Setúbal, Portalegre e Elvas, bem como no refeitório da TAP.
Há empresas que pressionaram muito as trabalhadoras das cantinas escolares com ameaças de despedimento, dado que mais de 95% têm vinculo precário.
Alguns conselhos diretivos de escolas do 1.º ciclo e do 2.º ciclo substituíram ilegalmente a refeição por uma sandes, água e peça de fruta, que distribuíram aos alunos em lugar de encerrar as escolas.
Também tomamos conhecimento de transporte de refeições de umas escolas para outras e transferências ilegais de trabalhadores.
No setor hospitalar as empresas fizerem listas paralelas às do sindicato, ilegalmente, para os serviços mínimos, mas em geral os trabalhadores mantiveram-se firmes e não comparecerem ao serviço.
Porto, 9 de dezembro de 2016 A Direção do STIHTRSN

Fonte: Sindicato de Hotelaria do Norte

De Bolonha avança a construção do Sindicato de Classe (SGB, Itália)

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Nota minha: Eu sempre fui apoiante desta táctica sindical, é preciso separar muito bem o trigo do joio entre sindicalismo amarelo e sindicalismo de classe. É fundamental para a vitória do sindicalismo de classe na correlação de forças geral dentro dos sindicatos que seja absolutamente claro quem é sindicato amarelo e quem é sindicato de classe, quem é sindicalista amarelo e quem é sindicalista de classe. Esta separação de águas é a única forma verdadeira de unidade dos trabalhadores, a unidade em torno da luta de classes é a unidade em torno dos interesses de toda a classe explorada. Os oportunistas do nosso tempo procuram envenenar-nos com a falsidade que a unidade dos trabalhadores é uma unidade “sindical” de cúpulas e de siglas, mesmo quando isto não significa sequer uma única linha de táctica e estratégia sindical mas sim várias linhas reformistas e corporativistas. A unidade dos trabalhadores é a unidade da luta de classes desde logo contra esta falsa “unidade” de cúpulas amarelas dos sindicatos.

“Perto do fim dos trabalhos recebemos a notícia do pré-acordo patronato-FIOM-FIM-uilm no contrato nacional de trabalho da metalo-mecânica: não foi um relâmpago em  céu azul, mas a confirmação atempada de quanto é grave e perversa a traição, em particular da FIOM-CGIL, aos interesses da classe (proletária), e de como tais sinais de traição reiteram a incompatibilidade da militância comunista e da militância contínua nos sindicatos colaboracionistas.”

“Verso la fine dei lavori è giunta la notizia del pre-accordo padronato-fiom-fim-uilm sul contratto nazionale di lavoro dei meccanici: non è stato un fulmine a ciel sereno, bensì la conferma puntuale di quanto sia grave e pervasivo il tradimento, segnatamente della cgil-fiom, degli interessi della classe, e di quanto tale tradimento segni la ribadita incompatibilità tra la militanza comunista e il permanere della militanza nei sindacati collaborazionisti.”

Fonte: La Riscossa

A Greve Sectorial dos trabalhadores narítimos gregos foi prolongada e vai chegar a 8 dias no domingo

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O governo grego do Syriza respondeu à Greve Geral de 8 de Dezembro com o anúnico que vai distribui migalhas para compensar os roubos austeritários que está a fazer.
http://www.902.gr/eidisi/politiki/116372/proklitiki-koroidia-ta-kyvernitika-diaggelmata-poy-dianemoyn-psihoyla

Entretanto: Com determinação os trabalhadores marítimos continuam a luta grevista.
http://www.902.gr/eidisi/ergatiki-taxi/116374/me-apofasistikotita-oi-naytergates-synehizoyn-ton-apergiako-agona-toys

A greve dos trabalhadores marítimos foi prolongada esta manhã em Pireus e em outros portos (Creta, Volos…) por mais dois dias com fortes piquetes.
http://www.902.gr/eidisi/ergatiki-taxi/116404/apo-ta-haramata-stoys-katapeltes-perifroyrontas-tin-apergia-toys-nea

A mobilização em massa no porto de Pireus continua na luta para derrotar os ataques patronais. Reunindo no porto de Piraeus, em frente ao navio ‘Elyros” esta sexta-feira os marinheiros continuam a sua greve para o oitavo dia consecutivo.
http://www.902.gr/eidisi/ergatiki-taxi/116430/maziki-kinitopoiisi-sto-limani-toy-peiraia-sto-keno-i-prospatheia

Todos na batalha da greve até domingo de manhã, com vista à adesão generalizada. “A participação militante dos trabalhadores marítimos em uma greve de 7 dias e a nova decisão de continuar a greve até domingo 11 dezembro às 6h, com a perspectiva de escalada, é porque são justas as razões da nossa luta, junto com a luta de toda a classe trabalhadora contra a política anti-popular dos armadores, do governo Syriza-ANEL, da UE, do FMI e das outras partes do capital.”
http://www.902.gr/eidisi/ergatiki-taxi/116359/oloi-sti-mahi-tis-apergias-eos-proi-tis-kyriakis-me-prooptiki-klimakosis

Introduction of the Executive Secretariat in the 4th National Congress of PAME (1)

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21 November 2016

Delegates at the 4th National Congress of PAME,

comrades representatives of the WFTU, trade union representatives from 16 countries, our dear invited guests, we shake your hand and we welcome you. With collective decisions of their bodies 530 decisions of unions’ boards, 300 decisions of general meetings , we are here today 13 National Federations 14 Labour Centres 451 trade unions 52 Workers’ Committees of representing hundreds thousands of workers. This is the great force that constitutes the front of organizations of the working class, Federations, Labour Centres, trade unions, workers’ committees and unionists who for 17 years now, with hard struggles, became in the minds of the workers the class militant pole of rallying in the trade union movement, the All-Workers Militant Front, PAME.

4 Congresso da PAME (Novembro de 2016): “…hoje somos 13 Federações Nacionais, 14 Uniões Regionais, 451 Sindicatos e 52 Comissões de Trabalhadores representado centenas de milhares de trabalhadores… que com duras lutas se tornou na mente dos trabalhadores o pólo militante classista da mobilização do movimento sindical, a Frente Militante de Todos os Trabalhadores, PAME.”

Also, take part dozens of unions who decided to participate in our work as observers and dozens of elected trade unionists of federations and trade unions, who were invited to participate in the Congress.

With many unions we met for the first time in the great demonstrations, organized after the initiatives of PAME on unemployment, social security, the Collective Contracts, for the elimination of the anti-labour laws, the losses of wages and social benefits, for stable work with rights. In the large strikes that went down in history, like the heroic struggle of the steelworkers and other factories and sectors, in the general strikes, in the struggles of the previous years that were not few. These struggles have left their own legacy. More unions rallied with the class front breaking the inactivity, the defeatism, the line of compromise and class collaboration imposed by trade unionism controlled by the employers and the government in major unions, in the sectors and the organizations GSEE and ADEDY (ETUC members). On October 17 with over 530 unions we signed and submitted our demands demanding rights in work and life based on our times, the 21st century and our contemporary needs. Throughout the period of the outbreak of the capitalist crisis and the frontal attack unleashed against us the SEV (Hellenic Federation of Industrialists)and other employers’ organizations, the governments that serve them and their international organizations such as the EU and the IMF, is a period of rich lessons, whose study will give us valuable knowledge for the future, on the big issue of the reconstruction of the peoples-trade union movement about which many speak today, with different purposes and origins.

PAME Is Getting Stronger And Is Planning New, Bigger And More Militant Struggles

PAME, since the first day it was founded, in April 1999, faces the attack of the capital and its people. At the beginning it was the trade union forces of the social-democrats, the liberals, of SYN, what today is SYRIZA in the unions, among others, who used to talk about divisive activity. Later they changed that and they presented PAME as a political fraction in order to undermine PAME and its role. We need to clarify this confusion which is sometimes fuelled by our own reduced vigilance. We need constant struggle to make the sycophants and everybody distorting the truth shush. Their problem is the line of struggle, the orientation in which hundreds of unions are rallied and try to make this line dominate the trade union movement. Orientation and line of struggle against the wishes of the monopolies, business groups and companies, the political parties representing them, the EU. With demands formed according to how today workers are worth living and working based on the enormous potentials of science, the development of means of production, the wealth they produce and not according to the criteria of our exploiters, the entrepreneurship and competitiveness, the maximum profit. According to the prosperity of the many people who work and suffer and not the prosperity of the profits of a few ones. The innovation that PAME brought is the distinctive rally and action of the working class organizations that reject the damaging to the interests of the workers theory of social partnership, of the alleged common workers and employers’ interests who, around a table, fairly share the wealth produced, of “social dialogues”, of the unconditional surrender of the union movement. PAME became the true defender of workers in the trade union movement. Only during the period 2010 – 2015 it was at the forefront of dozens of general strikes, hundreds sectoral strikes in workplaces, demonstrations, rallies and occupations. It kept on its feet, against the wave of integration, subordination and decomposition, a significant force of unions and trade unionists who struggle militantly with a class line. Its slogans adopted by the wider working class and popular forces. PAME has been strengthened with new unions, of sectors and businesses, Labour Centres, it strengthened its influence and hundreds of young elected unionists work under its guideline, struggling to change the correlations in all sectors, to reconstruct the movement.

(to be continued…)

Fonte: PAME

A PAME bloqueou o “Festival” dos Capitalistas-GSEE-CES-Governo Syriza

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16 de Setembro de 2016

Centenas de Sindicalistas da PAME, de desempregados e de pensionistas fizerm um protesto militante, desde manhã cedo, na Mansão Zappeio em Atenas, onde estava agendado para ter lugar o “Festival do Diálogo Social” do Governo do Syriza, dos Capitalistas Gregos, da Confederação Geral amarela dos Trabalhadores Gregos (GSEE) e da CES fantoche das multinacionais (Confederação Europeia de Sindicatos) e suas organizações-membros com o objectivo de enganar os trabalhadores.

Os trabalhadores responderam ao chamado da PAME bloqueando as entradas para a mansão e, dessa forma, bloqueando este Cartel do “Diálogo Social” de ter a sua “fiesta”. Os trabalhadores bloquearam os seus planos.

Este cartel veio à Grécia para discutir a abolição dos Contractos Colectivos, o ataque contra a Segurança Social e a destruição dos vínculos laborais.

Para conrectizar este plano o Governo do Syriza e os Capitalistas Gregos lado a lado com a GSEE vieram a Atenas para apoiar os burocratas vendidos amarelos da CGIL da Itália, DGB da Alemanha, CCOO da Espanha, TUC das Ilhas Britânicas e outros. Todos eles, executivos da CES, que durante anos apoiaram os planos dos imperialistas e aceitaram a abolição dos direitos dos trabalhadores.

A todos eles, a PAME deu lhes uma grande lição hoje!

Eles não são bem-vindos à Grécia!

Fonte: PAME

Garantidamente menos de metade dos trabalhadores em Portugal têm contracto de trabalho permanente

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Por Eduardo Neves

Sobre a precariedade

Alguns dados (…) ilustram bem a dimensão deste flagelo nacional: contratos a termo 644.000 trabalhadores(80% do 1º emprego); trabalho temporário,dados relativos a 2013 apontam 121.718 trabalhadores, com uma duração média por contrato de 3,9 meses, e remuneração média inferior 600 euros;recibos verdes em 2014 havia 130.000 trabalhadores nestas condições. (Fonte: Boletim do Sector de Empresas do PCP de Oeiras “O Bugio” de Novembro de 2016, dados apresentados pela concelhia do PCP de Oeiras numa sessão pública de debate no dia 29 de Setembro de 2016 no Auditório da Biblioteca Municipal)

Conclusão: o número de trabalhadores precários por baixo e sem contar com as falsificações estatísticas do INE está nos 900 mil.

Sobre o trabalho clandestino

“O trabalho não declarado em Portugal representa 20 a 27% da força laboral, estima a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT). Em média, por mês são encontrados 600 casos fora da lei, nas inspeções realizadas pela entidade oficial de fiscalização das condições de trabalho em Portugal.” (Fonte: idealista news de 9 de Abril de 2015)

Conclusão: Pegando no número menor 20% dos 5,2 milhões da força de trabalho de Portugal dá um pouco mais que 1 milhão de trabalhadores clandestinos.

Sobre o desemprego

“Os números divulgados esta segunda-feira vão de encontro ao valores publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE): no segundo trimestre de 2016, de abril ao final de junho, a taxa de desemprego fixou-se em 10,8%, o valor mais baixo desde 2011.” (jornal expresso de 22/08/2016)

Estes números são sempre falsos colocados como conceito fraudulento de “desemprego oficial” como o economista Eugénio Rosa (dirigente do PCP e da CGTP) explicou durante anos (tanto em governos do PSD como do PS). Os números deste economista revelaram que habitualmente esta falsificação implicava esconder 30% adicionais de desemprego real em cima do “oficial”. Portanto se o governo diz 10,8% o desemprego real será acima de 14%. Cito Eugénio Rosa:

“Segundo o INE, tanto os trabalhadores incluídos no grupo “Desemprego oficial” como os incluídos no grupo “Inativos disponíveis que não procuraram emprego” estão desempregados e disponíveis para trabalhar. A única diferença é que os primeiros procuraram emprego no período de referência em que foi feito o inquérito, enquanto os segundos, por estarem desencorajados (por procurarem emprego e nunca encontrarem) ou por qualquer outra razão não procuraram trabalho no período em que foi feito o inquérito e por isso não são considerados no número de desempregados de que fala o governo.”

E própria comunicação social burguesa o admite na mesma notícia do desemprego oficial de 10,8%:

“Esta diminuição do número de desempregados inscritos no IEFP pode ser explicada tanto por situações de pessoas em que encontraram emprego, como também por aquelas que foram reencaminhadas para programas de formação, estágios, mas também por aquelas que deixaram de estar inscritas nos centros de emprego depois de terem perdido incentivos, como o subsídio de desemprego.”

Conclusão: o desemprego real será por cima de 14% se tivermos em conta as falsificações do desemprego “oficial” do actual governo e de diversos governos anteriores que se tornou a prática habitual na apresentação do número de desempregados do INE e dos governos. O desemprego real de 14% representa cerca de 690 mil desempregados.

Tendo em conta que Portugal conta com uma força de trabalho de 5,2 milhões de trabalhadores activos e desempregados (dados da wikipédia, “economia de Portugal” citando o INE num boletim de 10 de Fevereiro de 2016), portanto são:
– 900 mil precários.
– 1 milhão de clandestinos
– 690 mil desempregados.

No total há 2 milhões e 590 mil trabalhadores desempregados e brutalmente explorados, fora os que as estatísticas não contam. Isto é: cerca de metade dos trabalhadores portugueses não têm os direitos que estão previstos na lei laboral portuguesa e o direito elementar ao trabalho.

Já para nem falar nos salários de miséria e ritmos de exploração brutais praticados em Portugal. É importante ter em conta esta metade mais explorada dos trabalhadores portugueses, porque estes estão a ser esmagados pelo capitalismo e nada, mesmo nada, têm a perder em lutar contra este sistema capitalista.